Segurança em BaaS e Core Banking: como escolher em 2025

Segurança no BaaS: como proteger sua operação financeira

Principais lições deste artigo

  • Segurança no BaaS em 2026: riscos cibernéticos mais sofisticados e novas regras do Banco Central exigem uma estratégia de segurança estruturada desde o início.
  • Modelos de segurança: abordagens de “segurança mínima” transferem grande parte da responsabilidade para a tomadora, enquanto a “segurança full stack” concentra controles críticos no provedor de BaaS.
  • Pilares essenciais: prevenção de fraudes com IA, conformidade regulatória, proteção de dados e resposta a incidentes sustentam operações financeiras digitais confiáveis.
  • Escolha de parceiro: licenças, infraestrutura, automação de compliance e suporte contínuo são decisivos para operar serviços financeiros com segurança e escala.
  • Celcoin como parceiro full stack: o Banking da Celcoin reúne tecnologia, segurança e conformidade em um único ecossistema, acessível em celcoin.com.br.

Por que reforçar a segurança do BaaS em 2026

A segurança se tornou o eixo central do Banking as a Service no Brasil após a Resolução Conjunta nº 16, que definiu limites operacionais, responsabilidades e requisitos específicos para essa atividade.

Os ataques evoluíram com foco em instituições financeiras, com mais uso de engenharia social, ransomware direcionado e tentativas de violação de dados. Esse cenário exige segurança multicamadas, com processos e tecnologia alinhados às exigências da LGPD e às normas de governança, segurança de dados e continuidade operacional do Banco Central.

Falhas de segurança geram perdas financeiras, multas, danos reputacionais e quebra de confiança do cliente. A exposição de dados sensíveis compromete o relacionamento de longo prazo e reduz a capacidade da empresa de escalar produtos financeiros de forma sustentável.

Como comparar abordagens de segurança em soluções BaaS

As ofertas de BaaS no mercado tendem a seguir dois modelos principais de segurança e conformidade regulatória: segurança mínima, com maior ônus para a tomadora, e segurança full stack, com responsabilidade concentrada no provedor.

Atributo de segurança

BaaS com segurança mínima

BaaS com segurança full stack

Responsabilidade pela segurança

Controles distribuídos, com maior carga na tomadora

Gestão centralizada pelo parceiro, com visão end-to-end

Prevenção de fraude

Camadas básicas, muitas vezes via terceiros

Monitoramento avançado com IA e análise de comportamento

Conformidade regulatória

Maior esforço interno para gestão de requisitos e relatórios

Processos automatizados e relatórios conduzidos pelo parceiro

Escalabilidade da segurança

Crescimento pode exigir grandes ajustes em equipe e sistemas

Arquitetura desenhada para crescer mantendo o mesmo padrão

As novas regras impõem due diligence contínua das tomadoras, com avaliação de riscos tecnológicos e de dados, auditorias e certificações, concentrando a responsabilidade principal na instituição que presta o serviço de BaaS.

Pilares para operar BaaS com segurança contínua

Prevenção e detecção de fraudes com uso de IA

A prevenção de fraudes ganha eficiência quando combinada com inteligência artificial e machine learning, analisando transações, dispositivos, geolocalização e histórico em tempo real. Processos de KYC e AML integrados e automatizados aumentam a precisão na identificação de comportamentos suspeitos e reduzem erros manuais.

Conformidade regulatória com foco na Resolução Conjunta nº 16

A Resolução Conjunta nº 16, publicada em 28/11/2025, criou um regime específico para BaaS, com regras de governança, segurança e escopo de serviços. A norma exige mecanismos claros de cooperação entre instituição prestadora e tomadora e prevê a designação de um diretor responsável pela observância das normas, reforçando a responsabilidade executiva.

Proteção de dados e privacidade além da LGPD

A proteção de dados em BaaS envolve criptografia de ponta a ponta, segmentação de dados sensíveis, trilhas de auditoria e controles de acesso por função. Modelos de zero trust, em que cada acesso é verificado de forma independente, reduzem riscos internos e externos em ambientes com alto volume de informações financeiras.

Resposta a incidentes e continuidade de negócios

Planos de resposta a incidentes estruturados definem como identificar, conter, corrigir e comunicar eventos de segurança. A continuidade de negócios depende de infraestrutura redundante, backups automatizados e testes recorrentes de recuperação, garantindo a manutenção de serviços críticos mesmo durante crises.

Como a Celcoin entrega segurança full stack em BaaS e Core Banking

A Celcoin integra segurança, tecnologia e conformidade desde o desenho da arquitetura, atendendo empresas que usam licenças compartilhadas e instituições que operam com licenças próprias.

A seguir, alguns destaques da abordagem de segurança e operação da Celcoin.

  • Prevenção de fraude: monitoramento em tempo real com IA e autenticação robusta reduz tentativas de fraude e estornos.
  • Compliance integrado: fluxos nativos de KYC, AML e relatórios regulatórios alinhados à Resolução Conjunta nº 16.
  • Infraestrutura escalável: ambiente em nuvem com alta disponibilidade para volumes transacionais elevados.
  • Open Finance seguro: compartilhamento de dados com consentimento e foco em privacidade.
  • Proteção de dados: arquitetura multicamadas com criptografia, controles de acesso e monitoramento contínuo.

Funcionalidade da Celcoin

Benefício para sua empresa

APIs modulares

Integrações rápidas, com redução de custos e prazos.

Experiência do desenvolvedor

Documentação, SDKs e sandbox que reduzem esforço de engenharia.

Lançamento rápido

Módulos pré-construídos via SaaS aceleram o go-to-market.

Escalabilidade em nuvem

Alta disponibilidade mesmo em picos de uso.

Pagamentos e crédito

Amplitude de produtos aumenta conversão e receita por cliente.

Compliance e risco

KYC, AML e antifraude integrados reduzem risco regulatório.

Ecossistema de parceiros

Integrações com bancos, redes e fintechs aceleram a entrada no mercado.

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Perguntas frequentes sobre segurança no BaaS

Quais as principais exigências do Banco Central para a segurança no BaaS?

A Resolução Conjunta nº 16 consolidou exigências em quatro eixos: governança, segurança de dados, tratamento de incidentes e continuidade operacional. Instituições de BaaS devem realizar due diligence contínua das tomadoras, avaliar riscos tecnológicos e de dados, conduzir auditorias e manter certificações. Processos críticos como KYC, prevenção à lavagem de dinheiro e sigilo bancário permanecem sob responsabilidade da instituição prestadora, com prazo de adequação das operações até 31/12/2026.

Como a Celcoin garante a proteção contra fraudes em suas soluções de BaaS?

A Celcoin utiliza uma arquitetura de proteção multicamadas, com IA e machine learning para monitorar transações em tempo real. Os mecanismos avaliam padrão de uso, dispositivo, localização e histórico do cliente para bloquear ações suspeitas. A autenticação combina biometria, múltiplos fatores e análise de risco adaptativa, preservando a segurança de instituições e usuários finais.

Empresas sem licença própria podem operar serviços financeiros com segurança?

Empresas sem licença própria podem operar serviços financeiros por meio do BaaS da Celcoin, que disponibiliza infraestrutura tecnológica e regulatória para produtos como contas digitais, cartões e Pix. A operação ocorre sob a licença de Instituição de Pagamento da Celcoin, com aderência às normas do Banco Central, à LGPD, a sistemas de prevenção à fraude e à geração automatizada de relatórios regulatórios.

Qual o prazo para adequação às novas regras de BaaS?

A Resolução Conjunta nº 16 definiu 31 de dezembro de 2026 como prazo para que operações de BaaS já em andamento se ajustem integralmente às novas exigências. Nesse período, instituições devem revisar contratos, aprimorar controles de governança e segurança, estruturar a due diligence contínua e atualizar sistemas de reporte. Operações iniciadas após a publicação da norma já precisam nascer aderentes ao regulatório.

Como escolher um parceiro BaaS que ofereça segurança full stack?

Selecionar um parceiro BaaS seguro exige avaliar licenças e histórico com o Banco Central, robustez da infraestrutura em nuvem, capacidade de escalabilidade, sistemas de prevenção à fraude, automação de compliance e qualidade do suporte. Um parceiro completo acompanha o ciclo de vida da empresa, da fase de testes de produto até a maturidade regulatória, reduzindo a complexidade operacional e o risco.

Segurança em BaaS como diferencial competitivo em 2026

A segurança deixou de ser apenas requisito mínimo e passou a definir competitividade em BaaS em 2026. Em um ambiente com regras mais rígidas e ataques mais sofisticados, empresas que adotam parceiros com segurança full stack conseguem lançar produtos financeiros com menor risco operacional e regulatório.

A Celcoin atua como parceira estratégica ao unir tecnologia de BaaS e Core Banking, governança, conformidade e segurança em um único ecossistema, permitindo que empresas concentrem esforços em produto e relacionamento com o cliente. Conheça a solução da Celcoin para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs