O Open Finance no Brasil mudou a forma como o mercado financeiro opera, criando um ambiente de inovação e colaboração. Para que isso funcione, a segurança dos dados é essencial, sobretudo para fintechs, varejistas e gestoras de fundos. Neste guia, você vai entender como as normas do Banco Central, a infraestrutura tecnológica e práticas de proteção garantem confiança e eficiência, além de conhecer os desafios, soluções e erros a evitar para crescer nesse ecossistema dinâmico.
Por que a segurança dos dados é central no Open Finance?
Como o Open Finance está mudando o Brasil
O Open Finance no Brasil se destaca como um dos sistemas mais avançados de compartilhamento de dados financeiros no mundo. As regras definidas pela Resolução Conjunta nº 1/2020 e pelas Circulares 4.015 e 4.032 estabelecem bases técnicas e de governança que garantem segurança e inovação.
Para fintechs, varejistas e sistemas de gestão, essas normas abrem portas para acessar e compartilhar informações financeiras de maneira protegida. Isso possibilita criar produtos mais adequados às necessidades dos clientes, melhorar a análise de crédito, agilizar a entrada de novos usuários e desenvolver soluções integradas sem grandes investimentos iniciais em infraestrutura.
Esse sistema atinge diferentes áreas do setor financeiro, como bancos, seguros e investimentos, conectando empresas de todos os tamanhos. Participar desse ecossistema digital permite inovar sem a necessidade de construir tudo do zero, aproveitando uma base regulada e confiável.
O que está em jogo na gestão de dados financeiros?
Gerenciar dados de forma inadequada em um ambiente de compartilhamento pode trazer sérios problemas. Ataques cibernéticos focados em informações financeiras causam prejuízos financeiros e de imagem, enquanto fraudes exploram falhas em sistemas desprotegidos. Vazamentos de dados pessoais também podem levar a multas pesadas.
Por outro lado, investir em segurança de dados traz benefícios concretos. Empresas que protegem bem as informações ganham a confiança dos clientes, reduzem custos com incidentes e conseguem inovar mais rápido. Uma boa estratégia de segurança permite crescer sem abrir brechas na proteção.
Entre as vantagens, estão a possibilidade de oferecer produtos mais ajustados às necessidades dos clientes, melhorar a experiência do usuário e reagir rapidamente a mudanças no mercado. Quem prioriza segurança desde o início tende a se destacar em relação aos concorrentes.
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Quais são os fundamentos da segurança no Open Finance?
Normas do Banco Central e proteção de informações
As regras do Open Finance no Brasil definem padrões de segurança que estão entre os mais rigorosos do mundo. O Banco Central exige que todas as empresas participantes sigam normas específicas de segurança digital e gestão de riscos, construindo um ambiente confiável para todos os envolvidos.
Seguir a LGPD e a Lei do Sigilo Bancário não é apenas uma exigência legal, mas uma condição para participar do sistema. Isso assegura que dados pessoais e financeiros sejam tratados com cuidado em todas as etapas. As regras incluem controles de acesso rigorosos, auditorias frequentes e planos claros para lidar com incidentes.
Um ponto crucial é que o cliente precisa autorizar expressamente o compartilhamento de seus dados. Essa transparência fortalece a confiança entre empresas e consumidores, desde que gerenciada de forma clara e detalhada.
Documentação técnica e padrões obrigatórios
O Banco Central fornece guias detalhados para implementar o Open Finance com segurança. Os Manuais de Segurança e de APIs descrevem regras obrigatórias, como criptografia avançada e respostas a incidentes.
Essas orientações não são opcionais, mas condições para participar do sistema. O uso de criptografia, autenticação reforçada e controle de acesso é obrigatório para proteger dados durante o uso ou armazenamento. A autenticação em múltiplas etapas cria barreiras adicionais contra acessos não autorizados.
Outro requisito é o monitoramento constante. Sistemas devem identificar irregularidades em tempo real, registrar todas as operações e emitir alertas para atividades suspeitas. Isso não só cumpre as normas, mas também ajuda a melhorar processos internos com informações úteis.
Como funciona a gestão de consentimento?
No Open Finance, o consentimento do cliente vai além de um simples “sim”. A permissão ativa é indispensável para qualquer troca de dados, dando controle total ao usuário.
Recentemente, houve avanços nas regras. A Resolução Conjunta nº 7/2023 facilitou a renovação de consentimentos, mantendo a segurança e simplificando a experiência para os usuários.
As empresas precisam ter sistemas robustos para gerenciar essas autorizações, com verificação de identidade, opções detalhadas sobre quais dados compartilhar e a possibilidade de cancelar permissões a qualquer momento. Cada instituição é responsável por proteger as informações que maneja.
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Como lidar com desafios e aproveitar oportunidades?
Principais obstáculos no Open Finance
O sistema brasileiro de Open Finance, embora avançado, apresenta desafios que exigem atenção estratégica. Sua complexidade, enquanto abre espaço para inovação, também atrai ameaças cibernéticas mais sofisticadas, especialmente nas conexões entre várias instituições.
Ataques ao setor financeiro estão mais elaborados, usando técnicas como engenharia social, invasões em cadeias de fornecedores e falhas em APIs. Fraudadores buscam brechas em sistemas de autenticação e na gestão de consentimentos.
Gerenciar autorizações de dados é complicado, já que é preciso equilibrar segurança, normas e boa experiência do cliente. Criar interfaces simples, mas que sigam regras técnicas, é um desafio. Além disso, depender de vários fornecedores aumenta a complexidade de manter proteção em todas as etapas.
As atualizações frequentes nas regras do Banco Central também demandam agilidade. Empresas precisam se adaptar rapidamente para não comprometer suas operações ou segurança.
Tendências que fazem a diferença
A inteligência artificial está mudando a forma de prevenir fraudes no Open Finance. Algoritmos analisam comportamentos em tempo real, detectando problemas antes que se tornem grandes riscos, o que reduz prejuízos e aumenta a confiança no sistema.
A autenticação em várias etapas agora inclui biometria, análise de comportamento e dispositivos seguros, além de simples códigos por SMS. Esses métodos oferecem mais proteção sem atrapalhar a experiência de quem usa o sistema de forma legítima.
No dia a dia, a segurança de dados melhora processos importantes. Veja alguns exemplos:
- O processo de conhecer o cliente (KYC) fica mais rápido com acesso seguro a históricos financeiros, reduzindo o tempo de cadastro.
- A oferta de crédito ganha precisão com dados atualizados, permitindo propostas personalizadas que aumentam a aprovação e diminuem riscos.
- A personalização de produtos atinge um novo patamar, atendendo necessidades específicas e melhorando a satisfação do cliente.
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Como construir uma estratégia eficaz de segurança?
Conformidade antecipada e tecnologia moderna
Ir além das exigências mínimas do Banco Central é uma atitude inteligente. Empresas que preveem mudanças nas regras e adotam controles mais rígidos se preparam melhor para o futuro. Seguir normas como a Resolução BCB n.º 86 ajuda a manter a conformidade mesmo com atualizações constantes.
Investir em tecnologia atualizada é indispensável para operações seguras e que possam crescer. Estruturas baseadas em microsserviços permitem atualizar sistemas sem afetar áreas críticas. Criptografia e autenticação devem estar presentes desde o projeto inicial, não como acréscimos tardios.
Automatizar processos de conformidade diminui erros humanos e mantém consistência. Sistemas de monitoramento automático identificam falhas e alertam para correções, enquanto redundâncias e planos de recuperação garantem que o negócio continue funcionando mesmo em crises.
Ferramentas para gerenciar consentimentos
Gerenciar autorizações de dados exige ferramentas que combinem facilidade de uso com rigor técnico. Interfaces claras ajudam os clientes a entenderem quais informações estão compartilhando e por quê, criando confiança e evitando disputas futuras.
A validação de identidade precisa usar várias camadas, como documentos, biometria e análise de comportamento. Isso reduz fraudes sem complicar a vida de usuários legítimos. Além disso, controles detalhados permitem que clientes definam exatamente quais dados compartilhar e por quanto tempo.
Auditorias regulares mostram como as informações são usadas, permitindo rastrear atividades e provar conformidade em fiscalizações. Esses registros são essenciais para investigações de incidentes e para manter a transparência.
Por que parcerias especializadas fazem diferença?
Escolher parceiros com experiência em Open Finance impacta diretamente o sucesso da operação. Soluções como as da Celcoin, com licenças próprias e tecnologia alinhada às normas do Banco Central, oferecem vantagens claras em relação a desenvolver tudo internamente ou trabalhar com fornecedores genéricos.
Parceiros dedicados trazem conhecimento de implementações anteriores, reduzindo erros e acelerando o processo. Eles acompanham mudanças nas regras, garantindo que atualizações sejam feitas sem interrupções.
Integrar-se a parceiros consolidados conecta empresas a redes financeiras maiores, permitindo oferecer serviços abrangentes sem criar conexões individuais com cada instituição. Isso reduz a complexidade e permite focar no desenvolvimento de produtos e na estratégia de negócio.
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Quais erros evitar na segurança do Open Finance?
Subestimar as regras do Banco Central
Desconsiderar a complexidade e a frequência das atualizações regulatórias pode custar caro, com multas e danos à reputação. Conformidade não é algo pontual, mas um trabalho contínuo que exige dedicação e recursos constantes.
Economizar em conformidade no início pode gerar gastos muito maiores depois. Multas, perda de autorizações e custos de reparação superam o investimento inicial necessário para seguir as normas corretamente.
Outro erro é confiar apenas em interpretações internas das regras sem buscar ajuda especializada. A complexidade do Open Finance exige conhecimento técnico que muitas empresas, especialmente as menores, não têm internamente.
Falta de investimento em tecnologia
Usar sistemas antigos compromete a segurança e limita a capacidade de inovar. Essas ferramentas muitas vezes não atendem aos padrões atuais do Open Finance, criando brechas para ataques.
Infraestruturas subdimensionadas para cortar custos no começo podem falhar sob maior demanda, afetando desempenho e proteção. Processos manuais ou poco automatizados para gerenciar consentimentos também aumentam riscos e frustram clientes.
Não investir em equipes especializadas em segurança digital e conformidade é outro erro. O Open Finance exige conhecimento técnico específico que equipes gerais não conseguem cobrir adequadamente.
Escolher parceiros sem cuidado
Soluções que não garantem segurança completa deixam lacunas perigosas. Todos os elementos de um sistema precisam seguir o mesmo nível de proteção para serem eficazes.
Parcerias com fornecedores que não conhecem as normas brasileiras resultam em custos extras para adaptações. Escolher com base apenas no preço, sem avaliar suporte e capacidade técnica, pode levar a gastos maiores para corrigir falhas.
Trabalhar com parceiros sem experiência no mercado local traz riscos regulatórios e operacionais. Conhecer as particularidades do Brasil é fundamental para uma implementação eficiente.
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Celcoin: infraestrutura segura para o Open Finance
Soluções integradas para seu negócio
A Celcoin oferece uma plataforma completa de tecnologia para serviços financeiros, incluindo Open Finance. Como participante direta no Pix e iniciadora de pagamentos no Open Banking, opera com licenças próprias e tecnologia que assegura conformidade com o Banco Central e proteção em todas as etapas de compartilhamento de dados.
Com a solução de Open Finance da Celcoin, empresas acessam e transmitem informações financeiras de forma segura, aumentando a personalização e a eficiência. Suas APIs modernas e escaláveis permitem integração rápida, reduzindo o tempo para lançar produtos no mercado.
As licenças da Celcoin possibilitam que empresas iniciem operações financeiras imediatamente, sem precisar de autorizações próprias. Para quem já tem licenças, a migração para a infraestrutura da Celcoin ocorre sem interrupções, mantendo uma base tecnológica confiável.
Resultados reais e diferencial de mercado
A Celcoin movimenta mais de R$ 30 bilhões em transações por mês, atendendo mais de 6 mil clientes, como fintechs (Neon, Cumbuca, Jota, Magie, Zé Pagou), bancos digitais (BTG Pactual), varejistas (Sky) e ERPs (PipeImob). Empresas reguladas, como o PagSeguro, também confiam nas soluções da Celcoin, mostrando sua versatilidade.
O diferencial está na capacidade de liberar equipes internas para focar em produtos e experiência do cliente, enquanto a plataforma lida com complexidades técnicas e regulatórias. A abordagem integrada, com tecnologia escalável, garante agilidade para lançar serviços financeiros.
Os benefícios incluem ofertas mais precisas com base em dados reais, cadastro de clientes simplificado e redução de custos, eliminando a necessidade de documentos físicos. Tudo isso com segurança e conformidade garantidas.
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Dúvidas comuns sobre segurança no Open Finance
Como o Banco Central protege o Open Finance?
O Banco Central adota várias medidas para garantir a segurança no Open Finance. Apenas instituições reguladas e autorizadas podem participar, formando uma base confiável. Esse filtro impede que entidades despreparadas acessem o sistema.
A fiscalização é constante, monitorando operações para garantir que os padrões sejam cumpridos e agindo rápido em caso de problemas. Manuais técnicos definem regras específicas, como criptografia e autenticação, que todos devem seguir.
Cada empresa também precisa ter seus próprios controles internos, assumindo responsabilidade pela segurança. Auditorias frequentes verificam o cumprimento das exigências, enquanto penalidades por falhas incentivam a manutenção de altos padrões.
Qual a diferença entre LGPD e normas do Open Finance?
A LGPD define regras gerais para proteção de dados pessoais em todos os setores, tratando de direitos dos usuários e medidas básicas de segurança. As normas do Open Finance, por outro lado, são específicas para o setor financeiro e mais detalhadas.
Essas regras complementam a LGPD, exigindo autenticação avançada, criptografia específica para dados financeiros e monitoramento em tempo real. O consentimento no Open Finance é mais restrito, sempre explícito e específico para cada operação.
As sanções por descumprimento no Open Finance podem incluir suspensão de participação, além das previstas na LGPD. A resposta a incidentes também segue prazos e procedimentos mais rigorosos, refletindo a sensibilidade dos dados financeiros.
Posso compartilhar meus dados com segurança no Open Finance?
Sim, compartilhar dados no Open Finance é seguro graças às camadas de proteção implementadas. O sistema foi construído com foco em segurança, adaptando práticas globais ao contexto brasileiro.
Apenas instituições reguladas pelo Banco Central têm acesso aos dados, e o consentimento explícito é necessário para cada operação. Tecnologias como criptografia, autenticação em várias etapas e monitoramento constante protegem as informações.
Auditorias permitem rastrear o uso dos dados, e os usuários podem cancelar autorizações a qualquer momento. Essa combinação de regras, tecnologia e transparência cria um ambiente confiável para compartilhamento.
Como a Celcoin protege os dados dos meus clientes?
A Celcoin oferece uma estrutura robusta para Open Finance, garantindo segurança na troca de dados financeiros com consentimento do usuário. Suas APIs modernas permitem integração escalável, seguindo todas as normas do Banco Central e da LGPD.
A solução inclui ferramentas como painéis de gestão, relatórios regulatórios e interfaces alinhadas ao Guia UX do Bacen, mantendo a experiência do usuário protegida. Isso reduz custos e simplifica processos como cadastro de clientes, sem comprometer a segurança.
Conformidade é prioridade na Celcoin, com recursos integrados para KYC, AML e redução de riscos regulatórios. O suporte técnico especializado acelera a implementação, permitindo operar com confiança no Open Finance.
Conclusão: o futuro da segurança no Open Finance
A segurança dos dados no Open Finance não é apenas uma exigência, mas a base para inovação e crescimento no setor financeiro. Empresas que investem em proteção agora se posicionam para aproveitar as melhores oportunidades nesse ecossistema de dados abertos.
O ambiente do Open Finance no Brasil vai continuar mudando, com regras mais complexas e usuários exigindo maior transparência. Quem estiver preparado com uma estrutura sólida de segurança estará à frente para lidar com essas transformações.
Escolher um parceiro especializado como a Celcoin é uma decisão que impacta toda a operação digital. Com tecnologia moderna, conformidade garantida e capacidade de crescimento, a Celcoin transforma desafios regulatórios em vantagens competitivas.
O futuro é das empresas que veem segurança como um investimento, não como custo. Proteger dados é um diferencial que constrói confiança e abre portas para inovação e liderança no mercado financeiro digital.
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