Segurança dos dados do cliente ao oferecer serviços financeiros

Segurança dos dados do cliente em 2026: proteção financeira

Principais lições deste artigo

  • Segurança de dados é pilar de confiança: a proteção de informações pessoais e financeiras sustenta a relação entre instituições e clientes e impacta diretamente receita, retenção e reputação.
  • Ameaças cibernéticas estão mais sofisticadas: ransomware, phishing, DDoS e falhas em APIs expõem dados sensíveis e podem paralisar operações por horas ou dias.
  • Conformidade regulatória é contínua: LGPD e Open Finance exigem controles técnicos, processos claros de consentimento e governança ativa sobre terceiros de tecnologia.
  • Boas práticas reduzem risco e custo: controles de acesso, criptografia, monitoramento em tempo real e treinamento recorrente formam um conjunto mínimo de proteção efetiva.
  • Banking como apoio estratégico: a infraestrutura financeira da Celcoin ajuda a operacionalizar segurança, compliance e escalabilidade, sem comprometer a experiência dos clientes. Conheça a solução de banking da Celcoin.

Este conteúdo apresenta os riscos mais relevantes, as práticas recomendadas e o papel de parceiros de infraestrutura para fortalecer a segurança dos dados do cliente no setor financeiro.

Por que a segurança dos dados do cliente é decisiva no setor financeiro

A segurança dos dados do cliente protege a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade das informações pessoais e financeiras mantidas por instituições financeiras, fintechs, varejistas e ERPs. Essa proteção sustenta a confiança do consumidor e reduz risco regulatório e operacional.

Os dados mais sensíveis incluem informações bancárias completas, histórico detalhado de transações, dados de identificação como CPF e nome, informações de renda e patrimônio e padrões de consumo. Cada categoria exige controles específicos de acesso, armazenamento e monitoramento.

A base regulatória brasileira estabelece parâmetros claros. A LGPD define princípios e obrigações para o tratamento de dados pessoais, enquanto normas do Banco Central ligadas ao Open Banking e Open Finance estabelecem requisitos para o compartilhamento seguro de dados financeiros, sempre com consentimento explícito e registrável.

Principais riscos à segurança dos dados financeiros no Brasil

Ameaças cibernéticas mais frequentes no setor financeiro

O cenário de ameaças cresceu em volume e impacto. Ransomware atingiu 65% das instituições financeiras em 2024, com valores de extorsão e pagamento na casa de milhões de dólares, causando paralisações completas de sistemas críticos.

Grupos como o Lockbit se especializaram em ataques a instituições financeiras. Em paralelo, o phishing evoluiu para páginas falsas e campanhas cada vez mais convincentes, com mais de dois terços das instituições relatando tentativas de roubo de credenciais.

Os ataques DDoS completam esse quadro, sobrecarregando servidores por longos períodos e afetando a disponibilidade de serviços essenciais, com impacto direto em transações, atendimento e percepção de confiabilidade.

Vulnerabilidades técnicas que expõem dados sensíveis

Dispositivos de acesso são um ponto frágil recorrente. Celulares, notebooks e desktops sem proteção adequada tornam-se portas de entrada para credenciais e dados sigilosos.

Na camada de aplicações, vulnerabilidades como XSS, SQL injection e CSRF exploram erros de validação e autenticação, permitindo acesso indevido ou ações fraudulentas em nome do usuário. Autenticação fraca, senhas reutilizadas e exposição de credenciais intensificam esse risco.

A dependência de terceiros de TI também eleva o risco sistêmico, já que falhas em um fornecedor podem gerar interrupções em cadeia e exposição de dados para várias instituições ao mesmo tempo.

Impactos financeiros e reputacionais dos incidentes

Incidentes de cibersegurança geram custos diretos com resposta, multas e indenizações, além de perdas de receita por indisponibilidade de serviços. Em ambientes altamente integrados, o risco cibernético é visto como ameaça à estabilidade financeira global.

No Brasil, o roubo de identidade é uma das maiores preocupações dos clientes, o que mostra como vazamentos afetam a confiança por longos períodos, dificultam aaquisição de novos usuários e reduzem o valor da marca.

Práticas recomendadas para proteger dados de clientes

  • Controles de acesso e identidade: adotar autenticação multifator para todos os acessos críticos, gestão centralizada de identidades, revisão periódica de perfis e aplicação consistente do princípio de privilégio mínimo.
  • Criptografia e monitoramento contínuo: criptografar dados em repouso e em trânsito, com gestão segura de chaves, e usar ferramentas de detecção de intrusão e plataformas SIEM para identificar comportamentos anômalos em tempo quase real.
  • Governança, LGPD e gestão de terceiros: manter auditorias recorrentes, políticas claras de privacidade e consentimento, DPO estruturado e processos formais de avaliação de risco de fornecedores e parceiros de tecnologia.
  • Planos de resposta e testes regulares: ter plano de resposta a incidentes documentado, com papéis definidos, roteiros de comunicação e exercícios de simulação que validem se os times sabem como agir.
  • Educação e cultura de segurança: promover treinamentos regulares sobre phishing, uso seguro de senhas, proteção de dispositivos e boas práticas de atendimento para reduzir o risco ligado ao fator humano.

Conheça como a infraestrutura financeira da Celcoin apoia essas práticas de segurança e conformidade.

Erros de segurança de dados que prejudicam instituições financeiras

A falta de proteção adequada em endpoints, o uso de sistemas legados sem atualização e a ausência de um plano de resposta a incidentes testado aumentam a probabilidade e o impacto de vazamentos.

Adoção de soluções isoladas, sem integração entre si, cria brechas de visibilidade e dificulta correlação de eventos. A negligência em relação a ameaças internas, como uso indevido de acessos por funcionários ou prestadores, também é fonte recorrente de exposição.

No contexto de Open Finance, a abertura de APIs e o uso intensivo de dispositivos móveis ampliam a superfície de ataque. Segmentação de rede insuficiente, autenticação fraca e controles de acesso pouco granulares podem comprometer todo o ecossistema de dados compartilhados.

Como a Celcoin apoia a segurança dos dados do seu cliente

A Celcoin oferece infraestrutura full stack de serviços financeiros com foco em segurança e conformidade desde o desenho das soluções. Essa abordagem apoia fintechs, bancos digitais, varejistas e ERPs na proteção de dados, sem necessidade de construir toda a camada regulatória e tecnológica do zero.

A plataforma integra KYC, AML e relatórios regulatórios automatizados, reduzindo o risco de sanções e simplificando as obrigações junto ao Banco Central, à Receita Federal e àSUSEP. A infraestrutura de Open Finance da Celcoin permite acesso e transmissão segura de dados financeiros com consentimento registrado do usuário, apoiando personalização de ofertas e eficiência operacional.

Recursos de monitoramento baseado em IA, autenticação robusta e trilhas de auditoria ajudam na prevenção e investigação de fraudes. APIs modulares e arquitetura escalável em nuvem permitem lançamento rápido de novos produtos, mantendo alta disponibilidade mesmo em picos de uso.

Funcionalidade da Celcoin

Benefício para sua empresa

APIs Modulares

Integrações mais rápidas, reduzindo custos e prazos de desenvolvimento.

Experiência e suporte ao desenvolvedor

Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia.

Capacidade de lançamento rápido

Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando tempo de entrada em produção.

Distribuição white-label e embutida (embedded)

Suporte a produtos financeiros com marca própria.

Escalabilidade com confiabilidade

Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes.

Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito

Pagamentos e crédito integrados aumentam conversão, receita por usuário e fidelização.

Acesso a dados e personalização

Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhor retenção.

Compliance e conformidade como princípio

KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e apoiam ciclos de venda em mercados regulados.

Prevenção de fraude e controles de risco

Monitoramento em tempo quase real e autenticação forte reduzem estornos e perdas.

Força do ecossistema de parceiros da Celcoin

Parcerias com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, funcionalidades e velocidade de entrada no mercado.

Veja como a infraestrutura da Celcoin pode apoiar a estratégia de segurança e crescimento da sua operação.

Respostas objetivas sobre a segurança dos dados do cliente

Relação entre LGPD e segurança dos dados no setor financeiro

A LGPD estabelece regras para coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais. No setor financeiro, que lida com informações sensíveis e volumosas, a lei exige controles técnicos e administrativos robustos, políticas de privacidade transparentes, gestão de consentimento e registro de operações, sob pena de multas relevantes e danos à reputação.

Impactos do Open Banking e Open Finance na segurança de dados

O Open Finance amplia o compartilhamento de dados entre instituições, o que aumenta a necessidade de segurança em APIs, processos de consentimento e camadas de autenticação. Criptografia de ponta a ponta, autenticação multifator, escopo limitado de acesso e monitoramento contínuo de chamadas de API tornam-se requisitos básicos para reduzir risco nesse ambiente.

Principais ameaças cibernéticas e medidas de proteção

Ransomware, phishing, engenharia social e DDoS estão entre as ameaças mais comuns. Medidas essenciais incluem autenticação multifator, verificação reforçada de identidade, políticas de senha seguras, filtros e autenticação de e-mail, backup testado regularmente, segmentação de rede e um plano de resposta a incidentes com funções e fluxos de decisão claramente definidos.

Impacto da escolha de um parceiro de infraestrutura na proteção de dados

A qualidade da infraestrutura utilizada define o nível mínimo de segurança e de conformidade possível. Um parceiro como a Celcoin oferece tecnologia, processos e controles alinhados às exigências do Banco Central e da LGPD, permitindo que empresas financeiras foquem no produto e no relacionamento com clientes enquanto operam sobre uma base segura.

Segurança de dados como pilar estratégico em 2026

Em 2026, segurança de dados deixou de ser apenas requisito regulatório e passou a ser critério central de escolha de serviços financeiros por clientes corporativos e pessoas físicas. Instituições que tratam proteção de dados como pilar estratégico reduzem riscos, aumentam a resiliência operacional e fortalecem sua reputação.

Ao combinar boas práticas técnicas, governança consistente, equipes capacitadas e parceiros de infraestrutura confiáveis, o setor financeiro consegue inovar com responsabilidade e manter a confiança do mercado em um ambiente regulatório e tecnológico em constante evolução.

Conheça como a Celcoin pode apoiar sua estratégia de segurança de dados e expansão de serviços financeiros.