Segurança da plataforma para cartões pré-pagos white label

Guia empresarial: segurança da plataforma de cartões pré-pagos

Principais lições deste artigo

  • Segurança de cartões pré-pagos depende da proteção da plataforma inteira, não apenas do cartão físico ou virtual.
  • O ambiente brasileiro de fraudes e ciberataques em meios de pagamento exige monitoramento contínuo e infraestrutura preparada.
  • Boas práticas como PCI DSS, criptografia, tokenização, KYC, AML e antifraude em tempo real reduzem riscos e fortalecem a operação.
  • Erros comuns, como tratar segurança apenas como compliance mínimo ou ignorar a cadeia de parceiros, aumentam o risco operacional e regulatório.
  • A solução de banking da Celcoin oferece infraestrutura de Banking as a Service com segurança, conformidade e suporte para lançar e escalar cartões pré-pagos com sua marca. Conheça o banking da Celcoin

O que é segurança da plataforma em cartões pré-pagos? Uma visão abrangente

Segurança de plataforma em cartões pré-pagos é o conjunto de tecnologias, processos e controles que protege toda a jornada do cartão, da emissão à liquidação das transações, incluindo APIs, bancos de dados, redes e integrações com bandeiras e processadoras.

Essa segurança se apoia em pilares claros: PCI DSS para proteção de dados de cartão, criptografia end-to-end para manter informações ilegíveis em trânsito e em repouso, tokenização para substituir dados sensíveis por tokens sem valor fora do ambiente autorizado, sistemas antifraude com IA em tempo real e processos de KYC e AML alinhados às normas do Banco Central e à LGPD.

Segurança vai além do cartão físico ou virtual e se estende à arquitetura que sustenta as operações financeiras. Conheça uma infraestrutura de Banking pensada para esse cenário.

Cenário de ameaças: desafios da segurança no mercado de cartões pré-pagos no Brasil

O ambiente brasileiro de fraudes é intenso e afeta diretamente emissores de cartões pré-pagos. O preço médio de um cartão brasileiro roubado alcança US$ 10 no mercado ilegal da dark web, o que reforça o interesse de criminosos nesses dados.

O volume de tentativas de fraude segue em alta. O Brasil registrou 10.886.982 tentativas de fraude entre janeiro e setembro de 2025, um aumento de 28,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, com forte concentração em bancos e instituições financeiras.

Os ataques também ficaram mais sofisticados. Foram identificadas 314,8 bilhões de atividades maliciosas direcionadas ao Brasil em apenas seis meses de 2025, e parte relevante parte de grupos menores com ferramentas prontas de ataque.

Ferramentas específicas para roubo de dados de cartão já operam sobre tecnologias usadas no dia a dia. O trojan PhantomCard para Android, baseado em NFC, transmite dados de cartões bancários diretamente para criminosos e 87% dos cartões roubados continuam utilizáveis por mais de doze meses, o que reforça a necessidade de monitoramento constante.

Melhores práticas para fortalecer a segurança da plataforma de cartões pré-pagos

Fortalecer a segurança começa por uma visão em camadas, que combina tecnologia, processos e pessoas. A seguir, alguns elementos que se tornam padrão de mercado.

  • Antifraude com IA: análise comportamental em tempo real, definição de regras dinâmicas, uso de dados históricos e de contexto para bloquear transações suspeitas antes do prejuízo.
  • Criptografia e tokenização: criptografia robusta em todos os pontos de armazenamento e trânsito de dados e tokenização dos dados de cartão para reduzir a exposição de informações sensíveis.
  • Autenticação forte: uso de MFA, biometria e autenticação baseada em risco para reduzir acessos indevidos a portais, apps e backoffice de gestão de cartões.
  • Gestão de vulnerabilidades: testes de intrusão regulares, varreduras automatizadas, correções ágeis e planos claros de resposta a incidentes.
  • Cultura de segurança: treinamento recorrente das equipes, definição de perfis de acesso mínimos e processos claros para reporte e tratamento de incidentes.
  • Conformidade estruturada: uso de frameworks como LGPD, PCI DSS e normas do Banco Central como base para desenho de controles e processos, e não apenas como obrigação legal.

Veja como a infraestrutura Banking da Celcoin já incorpora essas camadas de segurança na oferta de cartões pré-pagos.

Evitando armadilhas: erros comuns na gestão da segurança de cartões pré-pagos

Alguns erros se repetem e aumentam o risco operacional e regulatório de quem emite ou distribui cartões pré-pagos.

  • Tratar segurança apenas como compliance mínimo: focar só no que é exigido pela norma reduz a maturidade de controles e deixa brechas exploráveis entre atualizações regulatórias.
  • Atuar apenas de forma reativa: ajustar processos apenas depois de incidentes aumenta custos, afeta clientes e expõe a marca em momentos de crise.
  • Ignorar riscos de terceiros: parceiros de tecnologia, provedores de serviços e integradores sem práticas adequadas de segurança tornam-se pontos de entrada para ataques.
  • Dispensar monitoramento contínuo: ausência de monitoração em tempo real e de alertas automáticos dificulta respostas rápidas a ameaças como ransomware-as-a-service e malwares direcionados.
  • Subestimar a complexidade regulatória: acompanhar Banco Central, LGPD e padrões internacionais exige recursos dedicados e visão integrada entre jurídico, risco, tecnologia e produto.

Reduza essas vulnerabilidades com uma infraestrutura que já nasce preparada para cartões pré-pagos.

Celcoin: segurança estruturada para sua plataforma de cartões pré-pagos

A Celcoin oferece infraestrutura de Banking as a Service e Core Banking pensada para quem precisa emitir e gerenciar cartões pré-pagos com segurança, conformidade e escala.

A solução de Cartão White Label integra antifraude, gestão de disputas, compliance e integração com bandeiras, permitindo que empresas lancem cartões com sua marca sem construir toda a infraestrutura do zero.

Funcionalidade da Celcoin

Benefício para sua empresa

APIs Modulares

Integrações mais rápidas, reduzindo custos e prazos de desenvolvimento.

Experiência e suporte ao desenvolvedor

Documentação, SDKs e sandboxes que reduzem ciclos de integração e custos de engenharia.

Capacidade de lançamento rápido

Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhorando o tempo para geração de receita e competitividade.

Distribuição white-label e embutida (embedded)

Suporte a produtos financeiros com marca própria.

Escalabilidade com confiabilidade

Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços funcionando mesmo com altos volumes, protegendo sua receita com confiança.

Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito

Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização.

Acesso a dados e personalização

Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, melhorando conversão e retenção.

Compliance e conformidade como princípio

KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas.

Prevenção de fraude e controles de risco

Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória.

Força do ecossistema de parceiros da Celcoin

Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs garantem melhor cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado.

A arquitetura da Celcoin foi desenhada para o contexto brasileiro, com prevenção de fraude baseada em IA, controles de risco integrados e conformidade como princípio. Isso reduz estornos, perdas financeiras e esforço interno para coordenar múltiplos fornecedores.

Construa ou expanda sua oferta de serviços financeiros com o Banking da Celcoin, com contas digitais e cartões com sua marca, tecnologia moderna e escalabilidade.

Perguntas frequentes sobre segurança da plataforma e cartões pré-pagos

O que é o PCI DSS e por que ele importa para cartões pré-pagos?

O PCI DSS é um conjunto de requisitos de segurança criado para proteger dados de portadores de cartão durante processamento, armazenamento e transmissão. Em cartões pré-pagos, ele orienta práticas como criptografia de dados, controle de acesso, monitoramento de redes e testes de segurança recorrentes. Cumprir PCI DSS reduz risco de vazamentos, reforça a confiança de clientes e parceiros e evita multas e restrições operacionais impostas por bandeiras e reguladores.

Como tokenização e criptografia aumentam a segurança?

Criptografia transforma dados sensíveis em informações codificadas, que se tornam inúteis em caso de interceptação. Tokenização substitui os dados reais do cartão por tokens aleatórios, que só têm significado dentro de sistemas autorizados. Com isso, dados originais ficam restritos a ambientes altamente protegidos, enquanto tokens circulam na infraestrutura de pagamento, reduzindo a superfície de ataque.

Quais desafios de segurança são mais comuns para emissores no Brasil?

Os desafios mais frequentes combinam alto volume de tentativas de fraude, sofisticação crescente de ataques e forte pressão regulatória. No último ano, o aumento das fraudes, a atuação de grupos com ferramentas prontas de ataque e malwares específicos para meios de pagamento exigiram sistemas de detecção mais avançados. Ao mesmo tempo, normas do Banco Central, da LGPD e padrões internacionais ampliaram a necessidade de governança, registro de operações e proteção de dados.

Como fintechs podem equilibrar conformidade regulatória e velocidade de lançamento?

Fintechs que buscam oferecer cartões pré-pagos com segurança e agilidade tendem a se apoiar em parceiros de infraestrutura que já possuem licenças, processos de compliance maduros e automação regulatória. Esse modelo reduz investimentos em construção interna de infraestrutura, simplifica relatórios regulatórios, integra KYC e AML ao fluxo operacional e libera times de produto para focar em experiência do cliente.

Qual o impacto financeiro de um incidente de segurança em cartões pré-pagos?

Um incidente de segurança pode gerar custos diretos com investigação, substituição de cartões, estornos, multas regulatórias e reforço emergencial de controles. Também produz efeitos indiretos, como perda de receita em períodos de instabilidade, aumento de custos de seguros, necessidade de revisão de contratos com parceiros e erosão da confiança de clientes. Em muitos casos, o impacto reputacional é o mais duradouro e afeta a base de clientes por vários ciclos de renovação de produtos.

Conclusão: segurança como diferencial competitivo em 2026

Em 2026, segurança de plataforma deixou de ser apenas proteção e passou a atuar como pilar competitivo para emissores de cartões pré-pagos. Empresas que priorizam infraestrutura robusta, monitoramento contínuo e conformidade integrada conseguem lançar produtos com mais confiança, reduzir perdas e sustentar crescimento em um ambiente de risco elevado.

Fale com a Celcoin e veja como reforçar a segurança da sua plataforma de cartões pré-pagos com a infraestrutura cel_banking.