Por que a segurança da informação é essencial no setor financeiro digital
No Brasil, bancos digitais e fintechs estão mudando a forma como lidamos com finanças, mas com essa evolução vem a necessidade de proteger dados e transações. As regras mais rígidas do Banco Central para fintechs mostram a importância de medidas robustas contra riscos como lavagem de dinheiro. Sem segurança adequada, a confiança dos clientes e a sustentabilidade do negócio ficam comprometidas.
A digitalização trouxe acesso facilitado a serviços financeiros, mas também aumentou a exposição a fraudes, vazamentos de dados e ataques cibernéticos. Para empresas do setor, como fintechs, bancos digitais ou varejistas com serviços financeiros, a segurança da informação deve ser a base de qualquer estratégia de crescimento. Negligenciar isso pode levar a problemas regulatórios e ameaçar a operação no longo prazo. Conheça uma solução integrada para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs.
Segurança da informação em bancos digitais: conceitos básicos e desafios
A segurança da informação no setor financeiro vai além de proteger dados. Ela envolve práticas, tecnologias e processos para garantir a proteção de informações sensíveis, a integridade de transações e a continuidade dos serviços em um ambiente cada vez mais conectado.
Os três pilares da segurança: confidencialidade, integridade e disponibilidade
Esses conceitos formam a base da proteção de informações no setor financeiro digital. Veja o que significam:
- Confidencialidade protege dados contra acesso não autorizado. Isso inclui informações pessoais e financeiras, usando ferramentas como criptografia e controles de acesso.
- Integridade garante que dados e sistemas não sejam alterados sem permissão. Em transações, isso evita perdas financeiras e mantém a confiança dos clientes, com validações como assinaturas digitais.
- Disponibilidade assegura que serviços estejam acessíveis quando necessários. Em um setor que opera 24 horas por dia, sistemas redundantes e planos de recuperação são indispensáveis.
LGPD e a proteção de dados sensíveis no setor financeiro
A Lei Geral de Proteção de Dados, ou LGPD, define regras claras para o uso de dados pessoais no Brasil, com impacto direto no setor financeiro. Dados financeiros são classificados como sensíveis e exigem cuidados extras no armazenamento e processamento.
Empresas precisam adotar medidas como transparência no uso de dados, coleta mínima de informações e responsabilidade no tratamento. Ferramentas como Privacy by Design e avaliações de impacto ajudam a cumprir essas exigências, além de mecanismos para atender aos direitos dos clientes. A notificação rápida de incidentes de segurança também é uma obrigação, essencial para preservar a confiança e evitar penalidades.
Digitalização financeira e os riscos de um cenário conectado
Com a popularização de soluções como o PIX e a aceleração da digitalização, os riscos cibernéticos aumentaram. Ataques como phishing, malware e interrupções de serviço estão mais complexos e frequentes. A integração com terceiros via APIs e o avanço do Open Finance criam novas vulnerabilidades.
Estratégias antigas de segurança não bastam mais. Modelos como Zero Trust, que verificam cada acesso ou transação, tornam-se necessários. Além disso, tecnologias como inteligência artificial e nuvem, embora inovadoras, exigem cuidados específicos para evitar brechas de proteção.
O ambiente regulatório brasileiro: exigências para bancos digitais e fintechs
O setor financeiro digital no Brasil enfrenta um ambiente regulatório mais rigoroso, buscando equilíbrio entre inovação e proteção ao consumidor. O Banco Central está intensificando normas e fiscalizações para aumentar a segurança no mercado.
Regras do Banco Central: do PIX a criptoativos
O Banco Central reforçou normas para fintechs após casos que apontaram riscos de lavagem de dinheiro, limitando transações a R$ 15 mil para instituições não autorizadas e exigindo capital mínimo de R$ 15 milhões para prestadores de tecnologia. Nenhuma instituição de pagamento pode operar sem autorização prévia. Novas regras para BaaS e criptoativos devem ser divulgadas até 2025, destacando a segurança como foco central.
Conformidade com as resoluções 496 e 497 do Banco Central
Após incidentes cibernéticos, as resoluções 496 e 497 foram criadas para fortalecer a segurança no sistema de pagamentos instantâneos. Elas definem responsabilidades claras e exigem gestão de riscos e continuidade de negócios. Empresas que utilizam parceiros já conformes enfrentam menos impactos, o que reforça a importância de escolher fornecedores alinhados às normas.
Tecnologia para atender às exigências regulatórias
Para cumprir as regras atuais, empresas precisam adotar soluções como criptografia avançada, autenticação em várias etapas e monitoramento em tempo real. Tecnologias como blockchain garantem rastreabilidade, enquanto inteligência artificial ajuda a detectar fraudes. A segurança na nuvem também é crucial, com controles para proteger dados em trânsito e em repouso.
Como mitigar riscos cibernéticos com boas práticas de segurança
Proteger informações no setor financeiro exige uma abordagem que combine tecnologia, processos e capacitação de pessoas. Veja algumas práticas que ajudam a reduzir vulnerabilidades e manter a conformidade.
Adote um sistema de gestão de segurança da informação (SGSI)
Um SGSI, baseado na norma ISO 27001, organiza a gestão de riscos de forma contínua. Ele define políticas claras, monitora controles e assegura a resposta a incidentes. Auditorias regulares, incluindo testes de vulnerabilidade, ajudam a identificar falhas antes que se tornem problemas graves.
Previna fraudes com tecnologias modernas
Sistemas avançados analisam comportamento e transações em tempo real para detectar atividades suspeitas. Soluções como biometria e análise de padrões identificam fraudes sem prejudicar a experiência do usuário. Uma gestão de riscos baseada em dados também antecipa ameaças e ajusta controles conforme necessário.
Construa uma cultura de segurança na equipe
Funcionários bem treinados são uma defesa poderosa contra riscos. Programas regulares de capacitação, com simulações de ataques e orientações práticas, aumentam a conscientização. Incentivar a comunicação de incidentes sem punições ajuda a resolver problemas rapidamente. Conheça uma solução integrada para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs.
Principais erros em segurança da informação e como evitá-los
Mesmo com maior atenção à segurança, muitas fintechs cometem falhas que expõem suas operações. Corrigir essas questões é fundamental para garantir estabilidade e conformidade.
Desconsiderar as mudanças regulatórias do Banco Central
Ignorar as novas regras pode levar a sanções ou até à suspensão de operações. A fiscalização está mais intensa com o processamento de autorizações. É preciso agir de forma proativa, acompanhando atualizações e implementando ajustes antes de problemas surgirem.
Ver a segurança como despesa, não como estratégia
Tratar a segurança como um custo leva a investimentos insuficientes, criando vulnerabilidades. Empresas que a enxergam como parte do negócio atraem clientes corporativos e demonstram solidez a investidores, abrindo portas para novos mercados e produtos.
Depender de vários fornecedores fragmentados
Usar múltiplos provedores para segurança aumenta a complexidade e os riscos. Soluções integradas, de um único fornecedor, simplificam a gestão e melhoram a visibilidade sobre vulnerabilidades. Conheça uma solução integrada para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs.
Celcoin: suporte completo para segurança e conformidade no setor financeiro
A Celcoin oferece uma infraestrutura robusta para empresas que precisam operar com segurança no complexo mercado brasileiro. Com tecnologia avançada e foco em conformidade, ajudamos fintechs, bancos digitais e varejistas a priorizarem seus negócios sem preocupações com proteção de dados ou regras regulatórias.
Infraestrutura BaaS e Core Banking para diferentes necessidades
Com o modelo BaaS, empresas sem licença própria utilizam nossa infraestrutura regulatória, incluindo conexão com sistemas nacionais como o SPB. Já o Core Banking atende quem tem ou busca licença, oferecendo uma plataforma moderna com relatórios automatizados para o Banco Central. Essa flexibilidade permite crescer sem perder continuidade operacional.
APIs seguras e prevenção de fraudes com inteligência artificial
Nossas APIs modulares facilitam integrações rápidas, com criptografia e monitoramento de ameaças desde o início. Sistemas de inteligência artificial analisam transações em tempo real, identificando riscos sem impactar os usuários. Também oferecemos suporte ao Open Finance, com controles para proteger dados compartilhados.
Transformando desafios em oportunidades com a Celcoin
Com a Celcoin, a complexidade regulatória vira diferencial competitivo. Empresas lançam produtos financeiros rapidamente, sem precisar construir expertise interna. Processamos mais de R$ 30 bilhões por mês para milhares de clientes, provando nossa capacidade de suportar operações de grande escala. Conheça uma solução integrada para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs.
Dúvidas comuns sobre segurança da informação em bancos digitais
Como a Celcoin ajuda a atender às exigências do Banco Central?
Oferecemos uma infraestrutura que automatiza relatórios e cumpre normas do Banco Central. Com o BaaS, empresas operam sob nossa licença, enquanto o Core Banking suporta quem tem licença própria, garantindo conformidade sem interrupções.
A Celcoin está alinhada às novas regras do Banco Central?
Sim, nossa tecnologia acompanha mudanças regulatórias, como limites de transações e requisitos para prestadores de tecnologia. Atualizamos sistemas continuamente para manter a conformidade dos clientes sem impactos operacionais.
O que diferencia a Celcoin de outras soluções bancárias?
Nossa abordagem integrada combina segurança, conformidade e escalabilidade. Com APIs práticas, prevenção de fraudes por IA e suporte ao crescimento, processamos R$ 30 bilhões mensais para milhares de clientes, comprovando confiabilidade.
Como a Celcoin protege dados sensíveis e segue a LGPD?
Usamos criptografia avançada, controles de acesso e auditorias para proteger dados. Ferramentas para gestão de consentimentos e notificação de incidentes garantem conformidade com a LGPD, além de avaliações regulares de impacto.
Que suporte a Celcoin oferece para segurança da informação?
Fornecemos consultoria, treinamento e monitoramento 24 horas por dia. Nossa equipe atua proativamente contra riscos, oferece documentação detalhada e suporte direto para integrações e problemas críticos.
Conclusão: segurança como base para inovação no setor financeiro
No mercado financeiro digital brasileiro, a segurança da informação deixou de ser apenas proteção para se tornar um fator estratégico de crescimento. Em meio a regras mais duras e ameaças em constante evolução, investir em segurança posiciona empresas para atrair clientes e investidores.
Combinar inovação com proteção robusta exige uma visão que integre tecnologia, processos e pessoas. Escolher parceiros como a Celcoin, que entendem os desafios do setor e oferecem soluções completas, pode definir o sucesso no mercado. Conheça uma solução integrada para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs.

