Principais lições deste artigo
- Migrar de BaaS para core banking próprio reduz custos operacionais em até 50% e aumenta o controle e a capacidade de customização para fintechs em escala.
- Operar com volume transacional acima de R$ 1 bilhão por mês, possuir licenças regulatórias e realizar auditoria de tech debt são pré-requisitos essenciais para viabilizar a migração.
- Aplicar um framework de 6 fases com Shadow Ledger permite fazer a transição sem downtime, validando 100% de compatibilidade entre sistemas antes do cutover final.
- Automatizar compliance (CCS, CADOCs, COSIF, DIMP) e eliminar contas-bolsão é obrigatório para atender às novas exigências do Banco Central.
- A Celcoin facilita migrações rápidas com a mesma base tecnológica para BaaS e core, sem setup elevado: inicie seu assessment gratuito agora.
Diferenças BaaS vs core banking próprio
Banking as a Service oferece entrada rápida no mercado e flexibilidade inicial, pois permite que empresas operem serviços financeiros usando licenças de terceiros. Essa conveniência se torna mais cara conforme o volume transacional cresce. Core banking próprio passa a ser mais vantajoso nesse estágio, pois oferece controle total da infraestrutura, customizações avançadas e redução relevante de custos operacionais.
Empresas que migram para core banking próprio podem reduzir custos em até 50%, eliminando taxas de bancos patrocinadores e melhorando o custo de funding em até 200 pontos base. O Brasil se consolidou como um dos mercados mais férteis globalmente para BaaS, mas novas regulamentações aumentam os custos de conformidade e aceleram a necessidade de migração.
| Aspecto | BaaS | O Banking da Celcoin |
|---|---|---|
| Custos iniciais | Setup elevado e taxas de integração | Modelo transacional, sem setup elevado |
| Custos operacionais | Taxas por transação crescentes | Custos operacionais mais eficientes |
| Compliance | Dependente do provedor | CCS, CADOCs, COSIF e DIMP automatizados |
Sistemas legados monolíticos reduzem a capacidade de inovar e de escalar. A Celcoin oferece arquitetura API-native que remove essas limitações, permite desenvolvimento ágil e facilita a integração fluida com o ecossistema existente.
Checklist de prontidão para migração
Realizar um diagnóstico de prontidão ajuda a definir se a migração faz sentido agora e qual deve ser o ritmo do projeto. Empresas podem usar os critérios abaixo como checklist inicial.
- Volume transacional: Operações acima de R$ 1 bilhão por mês tendem a justificar economicamente a migração.
- Licenças regulatórias: Obter licença de Instituição de Pagamento ou Instituição Financeira junto ao Banco Central.
- Auditoria de tech debt: Mapear dependências, APIs legadas e pontos de integração críticos.
- Equipe de compliance: Contar com profissionais especializados em CCS, CADOCs, COSIF e DIMP.
- Parceria estratégica: Trabalhar com um provedor como a Celcoin, com experiência comprovada em migrações sem downtime.
Esse checklist orienta a avaliação de viabilidade técnica e ajuda a definir um cronograma realista, reduzindo riscos operacionais e regulatórios.
Guia passo a passo da migração
Seguir um framework de 6 fases aumenta a previsibilidade da migração e reduz a chance de interrupções nas operações.
1. Preparação
O primeiro passo consiste em fazer um assessment de maturidade tecnológica e regulatória. A empresa define o plano estratégico de migração, o cronograma detalhado, a alocação de recursos e as etapas para obtenção de licenças junto ao Banco Central. Nessa fase também ocorre a definição de KPIs de sucesso e de critérios de rollback.
2. Arquitetura
A segunda fase foca na implementação de uma infraestrutura cloud-native com APIs modulares compatíveis com RSFN, SPB, Pix e Open Finance. A empresa configura ambientes de desenvolvimento, homologação e produção com isolamento adequado e monitora esses ambientes de forma contínua.
3. Migração de dados
A migração de dados ocorre de forma gradual, evitando o modelo de Big Bang. Processos de sincronização em tempo real mantêm os sistemas legados e a nova infraestrutura alinhados. Essa abordagem preserva a integridade e a consistência dos dados durante todo o período de transição.
4. Shadow ledger
A fase de Shadow Ledger cria uma operação paralela por 30 a 90 dias. O sistema BaaS atual continua responsável pelas operações principais, enquanto o novo core banking processa as mesmas transações em paralelo. O fluxo funciona como: sistema BaaS, espelhamento em tempo real, core banking paralelo, validação de saldos e históricos e confirmação de 100% de compatibilidade antes do cutover final.
Testes intensivos de User Acceptance Testing identificam discrepâncias e permitem correções antes da virada definitiva.
5. Regulatório
A etapa regulatória faz a transição gradual dos reportes para a nova infraestrutura. CCS diário, CADOCs, COSIF e DIMP mensais passam a ser enviados de forma automatizada para o Banco Central e para a SUSEP. A empresa elimina estruturas de contas-bolsão irregulares e implementa contas individualizadas em linha com as exigências normativas.
6. Cutover e pós-migração
O cutover segue um plano detalhado minuto a minuto para o switch final. A operação passa por monitoramento intensivo por cerca de 90 dias. Nesse período, a empresa ajusta configurações, otimiza performance e treina equipes operacionais. Casos de mercado com volumes semelhantes ao do Neon mostram que esse modelo reduz riscos e acelera a estabilização pós-migração.
Agende seu assessment gratuito com a Celcoin e receba um plano de migração alinhado ao estágio atual da sua operação.
Como Celcoin facilita a transição para core banking próprio
A Celcoin utiliza a mesma base tecnológica para BaaS e para core banking, o que evita uma refatoração completa durante a migração. Essa característica permite concluir transições em prazos que variam de 1 semana a 3 meses, de acordo com a complexidade da operação, com suporte dedicado de uma equipe especializada.
A infraestrutura modular da Celcoin oferece APIs nativas para compliance automatizado, integrações diretas com SPB e RSFN e capacidade de processar mais de R$ 30 bilhões por mês. O modelo transacional, sem custos de setup elevados, alinha os investimentos ao crescimento real do negócio.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e de prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos e reduzem o tempo até a geração de receita. |
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Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria, fortalecendo o relacionamento com o cliente final. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços estáveis mesmo em picos de volume, protegendo a receita. |
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Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhoram conversão e retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e encurtam ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Fale com a Celcoin agora e avalie como acelerar sua migração para core banking próprio.
Perguntas frequentes
O que é core banking e como a Celcoin se diferencia do BaaS?
Core banking representa a evolução do Banking as a Service para empresas com licença própria. A Celcoin utiliza a mesma base tecnológica para as duas soluções, o que permite uma migração fluida, sem necessidade de refatoração ampla. Enquanto o BaaS tradicional limita o nível de customização, o core banking da Celcoin oferece controle sobre produtos, processos e experiência do cliente, com conformidade regulatória automatizada.
Por que evitar contas-bolsão?
Contas-bolsão violam regulamentações do Banco Central porque misturam patrimônio de clientes com recursos da instituição. As novas normas caminham para proibir essa prática. A Celcoin trabalha com contas individualizadas desde o início, o que garante segregação adequada de recursos e conformidade com as exigências regulatórias, protegendo a instituição e os clientes finais.
Quais obrigações regulatórias a Celcoin cumpre automaticamente?
A infraestrutura da Celcoin automatiza os principais reportes regulatórios exigidos pelo Banco Central e pela SUSEP. Isso inclui CCS diário, CADOCs e COSIF mensais, DIMP para instituições de pagamento e integrações diretas com RSFN e SPB. O sistema também suporta a fase 4 de Open Finance e acompanha futuras evoluções do Pix obrigatório, mantendo a empresa em linha com a regulação.
É possível migrar de outra solução para a Celcoin? Quanto tempo leva?
A Celcoin possui equipe especializada em migrações a partir de diferentes provedores de BaaS e de core banking. O tempo de projeto varia de cerca de 1 semana, em integrações simples, até 3 meses, em operações complexas com múltiplas dependências. A duração depende do volume transacional, da arquitetura atual e da disponibilidade da equipe técnica do cliente.
Qual o custo de implementação do core banking da Celcoin?
A Celcoin utiliza modelo de remuneração transacional e elimina custos de setup elevados comuns no mercado. Esse modelo aproxima o investimento do crescimento real do negócio e permite iniciar a migração sem grandes desembolsos iniciais. Em volumes elevados, os custos operacionais tendem a ser menores do que em soluções BaaS tradicionais.
A migração de BaaS para core banking próprio cria uma oportunidade para reduzir custos, aumentar o controle operacional e elevar o nível de conformidade regulatória. O framework de 6 fases, combinado com a estratégia de Shadow Ledger e com a parceria com a Celcoin, oferece uma rota estruturada para uma transição segura. Com redução do TCO e infraestrutura preparada para novas exigências regulatórias e de mercado, empresas fortalecem sua posição no sistema financeiro brasileiro. Inicie sua migração com a solução full stack da Celcoin e converta exigências regulatórias em vantagens competitivas sustentáveis.

