Última atualização: 2 de fevereiro de 2026
Principais lições deste artigo
- Planejar capital mínimo para IPs entre R$ 9 milhões e R$ 32 milhões até 2027 evita surpresas regulatórias e custos ocultos de compliance.
- Usar APIs modulares e BaaS acelera o lançamento de um banco digital, reduzindo o tempo de meses para semanas, sem exigir licenças próprias no início.
- Evitar plataformas legadas e contas-bolsão irregulares protege a escalabilidade, a conformidade e o patrimônio dos clientes.
- Seguir 7 passos essenciais, da definição de licenças à análise de ROI, aumenta as chances de operação estável e escalável.
- A Celcoin oferece solução full stack com BaaS, Core Banking, Banco Liquidante e suporte especializado; veja como lançar seu banco digital agora.
Visão geral e conceitos-chave
APIs para bancos digitais operam principalmente em dois modelos: BaaS e Core Banking. O BaaS permite que empresas não reguladas usem a licença de um parceiro tecnológico para oferecer serviços financeiros. O Core Banking conecta licenças próprias da empresa à infraestrutura tecnológica do parceiro.
As funcionalidades essenciais incluem contas digitais PF e PJ, Pix, TED e DOC, cartões white label, Open Finance e compliance automatizado com KYC, AML, CCS e CADOCs. O modelo BaaS atende startups e empresas em fase inicial que precisam operar rápido sem investir em licença própria. O modelo de Core Banking atende instituições licenciadas que desejam modernizar a infraestrutura mantendo suas autorizações.
A integração via APIs modulares permite implementar soluções de forma rápida e customizada. Essa abordagem reduz o desenvolvimento de meses para semanas e elimina a necessidade de construir infraestrutura do zero. A empresa passa a concentrar esforços na experiência do cliente e na criação de produtos.
Panorama do setor de bancos digitais no Brasil
O ecossistema brasileiro reúne empresas como Celcoin, Dock, Pismo e Galileo, com foco em BaaS global, além de APIs de bancos tradicionais como Itaú e Banco do Brasil.
As tendências para 2026 incluem Open Insurance, Sistema de Liquidação de Credenciadoras, evolução para banco liquidante e migrações mais simples entre licenças.
Os principais desafios regulatórios envolvem o capital mínimo para IPs, que varia entre R$ 9 milhões e R$ 32 milhões, conforme a Resolução Conjunta 14/25, com transição até dezembro de 2027. Aproximadamente 500 das 1.800 instituições reguladas precisarão reforçar capital.
O mercado também lida com riscos de falências de bancos digitais, proibições de operações com contas-bolsão irregulares e exigência de conformidade contínua com relatórios como DIMP, CCS e CADOCs. Esse cenário torna a escolha de um parceiro tecnológico sólido um fator central para continuidade operacional.
Boas práticas para lançar um banco digital
O lançamento bem-sucedido de um banco digital segue 7 passos principais.
1. Definir licenças e compliance
A empresa precisa decidir se vai iniciar com BaaS ou se já possui licença própria. Essa decisão deve considerar capital mínimo, cronograma regulatório e apetite de risco.
2. Selecionar APIs modulares
Escolher um parceiro com documentação clara, SDKs e ambiente sandbox facilita testes rápidos. Essa estrutura reduz retrabalho e acelera o desenvolvimento.
3. Avaliar escalabilidade
Garantir que a infraestrutura suporte crescimento de base e volume de transações evita migrações emergenciais. A arquitetura precisa acompanhar o aumento de clientes sem perda de performance.
4. Planejar transição de BaaS para Core
Definir desde o início como será a evolução para uma licença própria reduz riscos de ruptura. Manter a mesma base tecnológica simplifica a transição.
5. Integrar Open Finance
Incluir capacidades de compartilhamento de dados permite criar ofertas mais personalizadas. Essa integração também melhora a eficiência de análise de crédito e de risco.
6. Analisar ROI
Comparar custos de setup com o modelo transacional ajuda a definir o melhor caminho. O tempo de lançamento precisa entrar na conta, já que atrasos impactam receita.
7. Escolher uma solução full stack
Optar por um parceiro que cubra BaaS, Core Banking e produtos complementares reduz a complexidade de gestão. Essa escolha concentra suporte, tecnologia e compliance em um único ponto. Conheça uma solução completa para fintechs, bancos digitais, varejistas e ERPs com a Celcoin.
Erros comuns a evitar
Escolher plataformas legadas com arquitetura monolítica limita a flexibilidade e a velocidade de inovação. Esse tipo de solução costuma exigir ciclos longos de desenvolvimento e adaptações complexas.
Subestimar custos regulatórios gera surpresas com investimentos em compliance, relatórios e adequações normativas. A migração entre fornecedores também costuma ser subestimada, podendo levar meses e impactar a operação diária.
Operar com contas-bolsão cria irregularidade perante o Banco Central, pois mistura patrimônio de clientes com o da instituição. Esse modelo aumenta o risco jurídico e regulatório.
Por fim, não planejar escalabilidade leva empresas a enfrentar gargalos quando a base cresce.
Veja como uma solução completa apoia fintechs, bancos digitais, varejistas e ERPs.
Como a Celcoin apoia o lançamento de bancos digitais?
A Celcoin oferece uma solução full stack que inclui BaaS, Core Banking, Banco Liquidante e cartões white label. A empresa processa mais de R$ 30 bilhões por mês e atende mais de 6 mil clientes, com casos como Neon, PagSeguro, BTG Pactual, Sky e PipeImob.
Os diferenciais em relação a concorrentes como Dock, Pismo e Galileo incluem APIs modernas baseadas em microsserviços, capacidade de migração em semanas e suporte dedicado ao desenvolvedor. A Celcoin acompanha toda a jornada, desde empresas que usam licenças de terceiros até instituições reguladas que querem modernizar sua infraestrutura.
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Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
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APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
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Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e esforço de engenharia. |
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Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram o go to market e a geração de receita. |
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Distribuição white label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria em diferentes jornadas do cliente. |
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Escalabilidade com confiabilidade |
Solução em nuvem com alta disponibilidade mantém serviços estáveis em altos volumes e protege receita. |
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Cobertura de pagamentos e crédito |
Oferecer pagamentos e crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
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Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas e melhor retenção. |
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Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e encurtam ciclos de vendas. |
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Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento com IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
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Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
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Perguntas frequentes (FAQ)
Qual é a diferença entre BaaS e Core Banking?
BaaS permite que empresas não reguladas usem a licença de um parceiro para oferecer serviços financeiros. Core Banking atende instituições que já possuem licença própria e buscam infraestrutura tecnológica moderna. A Celcoin oferece os dois modelos, o que facilita a evolução conforme o crescimento da empresa. A Celcoin também trabalha com modelo centrado em transações, o que reduz barreiras de entrada e favorece crescimento escalável.
Qual é o capital mínimo para licença de IP em 2026?
Conforme a Resolução Conjunta 14/25, o capital mínimo para IPs varia entre R$ 9 milhões e R$ 32 milhões, de acordo com as atividades. O cronograma de transição permite adequação gradual até dezembro de 2027, com integralização de 20% no momento da autorização.
É possível migrar para a Celcoin e em quanto tempo?
A Celcoin possui equipe especializada em migrações. Alguns clientes conseguem migrar em cerca de uma semana. Casos mais complexos podem levar até três meses, dependendo da estrutura atual e da disponibilidade da equipe do cliente.
Por que evitar operações com contas-bolsão?
Contas-bolsão são irregulares perante o Banco Central, pois misturam patrimônio de clientes com o da instituição. A Celcoin oferece infraestrutura regulada com contas individualizadas, o que garante conformidade e proteção patrimonial.
Como integrar APIs bancárias em ERPs e varejo?
A Celcoin oferece APIs modulares com documentação detalhada, SDKs e ambiente sandbox. ERPs e varejistas podem integrar serviços como contas digitais, Pix e cartões diretamente em suas plataformas, criando novas fontes de receita e valor para o cliente.
Conclusão
O sucesso no lançamento de um banco digital em 2026 depende da escolha de um parceiro tecnológico alinhado à estratégia de negócio. A complexidade regulatória, os custos de licenciamento e a necessidade de infraestrutura robusta exigem uma solução full stack que acompanhe a empresa em cada fase.
A Celcoin atua como parceira estratégica nesse contexto, oferecendo desde BaaS para empresas iniciantes até Core Banking para instituições reguladas. Com mais de R$ 30 bilhões processados mensalmente e casos de sucesso consolidados, a empresa atende fintechs, bancos digitais, varejistas, gestoras e ERPs que desejam acelerar sua entrada no mercado financeiro brasileiro.
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