A infraestrutura de TI sustenta bancos digitais e fintechs, garantindo inovação, segurança e crescimento no mercado financeiro brasileiro. Este guia aborda os aspectos tecnológicos e regulatórios essenciais para operações eficientes, direcionado a fundadores de fintechs, gestores de produto de varejo e CTOs de ERPs que querem oferecer serviços financeiros modernos com tecnologia avançada e conformidade.
Por que a infraestrutura de TI define o futuro dos bancos digitais
A digitalização transforma o setor financeiro no Brasil, e a infraestrutura de TI está no centro dessa mudança. Ela permite que instituições atendam à crescente demanda por serviços ágeis, seguros e escaláveis.
Os investimentos em tecnologia refletem essa prioridade. Bancos brasileiros devem investir R$ 47,8 bilhões em TI até 2025, um aumento de 13% em relação a 2024. Esse valor mostra a importância estratégica de uma base tecnológica sólida para competir no mercado atual.
Uma infraestrutura bem planejada vai além de suporte técnico. Ela possibilita experiências personalizadas para clientes, transações instantâneas, conformidade com normas e expansão rápida conforme a demanda cresce. Projetos como Pix e Open Finance exigem sistemas robustos e seguros, o que reforça a conexão entre tecnologia e operação bancária, segundo dados do setor. A necessidade de tecnologia avançada é evidente nesses projetos regulatórios.
Para fintechs novas, uma boa infraestrutura acelera a entrada no mercado. Para varejistas que buscam oferecer serviços financeiros, ela reduz custos e riscos de desenvolver tudo do zero.
Componentes essenciais da infraestrutura de TI para bancos digitais
Um sistema de TI para bancos digitais combina várias camadas tecnológicas, desde a arquitetura de dados até segurança e conformidade. Cada elemento desempenha um papel crucial para garantir operações confiáveis e protegidas.
Arquitetura baseada em nuvem: como ganhar flexibilidade e escala
A computação em nuvem é a base dos bancos digitais atuais. Sistemas tradicionais de TI limitam a competitividade, enquanto modelos em nuvem oferecem elasticidade e automação. Essa abordagem permite ajustar recursos conforme a demanda, mantendo a performance.
Em momentos de alta transação, como promoções ou datas sazonais, a nuvem expande automaticamente a capacidade. Quando o volume cai, os custos diminuem. Modelos híbridos, combinando nuvens pública e privada, equilibram segurança para dados sensíveis e escalabilidade para aplicações dinâmicas.
A automação também é fundamental. Ferramentas de monitoramento em tempo real ajudam a prever e evitar falhas, garantindo que os serviços estejam sempre disponíveis. Soluções automatizadas são indispensáveis para a estabilidade.
APIs e microsserviços: como acelerar integrações e inovações
Usar microsserviços e APIs modulares agiliza o lançamento de novos produtos financeiros. Cada parte do sistema pode ser atualizada separadamente, reduzindo o tempo de desenvolvimento.
APIs bem estruturadas conectam parceiros externos, como processadores de pagamento ou análise de crédito, criando ecossistemas completos para atender clientes. Essa modularidade facilita adotar novas tecnologias, como autenticação biométrica, sem mexer no sistema inteiro.
Para quem usa soluções de Banking as a Service (BaaS), APIs permitem personalizar funções e expandir serviços, mantendo a base tecnológica estável.
Cibersegurança robusta: como proteger dados e construir confiança
Segurança é essencial no setor bancário. Sem proteção adequada, um banco não opera. Uma estratégia em camadas combina prevenção, detecção e resposta a ameaças.
Sistemas de monitoramento identificam comportamentos suspeitos em tempo real. Autenticação multifator, criptografia avançada e tokenização adicionam barreiras contra ataques. A governança de dados, alinhada à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), inclui controles de acesso e anonimização para proteger a privacidade.
Testes regulares de segurança e planos de recuperação preparam a instituição para possíveis incidentes, mantendo a confiança dos clientes.
Conformidade integrada: como atender às regras do Banco Central
Conformidade regulatória deve estar embutida na infraestrutura de TI. O Banco Central do Brasil define normas rigorosas, desde relatórios até participação em sistemas como Pix e Open Finance.
Automatizar relatórios como CCS, CADOCs e DIMP reduz erros e garante prazos. A conexão direta com a Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN) e o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) é necessária para operações completas, como liquidação de transações.
Para quem opera via BaaS, o sistema precisa garantir que todas as regras sejam cumpridas, protegendo a empresa e os clientes.
Conheça a solução da Celcoin para fintechs e varejistas que buscam conformidade e tecnologia.
Tendências e desafios no mercado financeiro brasileiro
O setor bancário no Brasil evolui rápido, com inovações e exigências regulatórias moldando o futuro. Entender essas mudanças ajuda instituições a se manterem competitivas.
Inteligência artificial e nuvem: como aumentar eficiência
A inteligência artificial (IA) melhora operações bancárias em várias áreas. Mais de 80% dos bancos já usam IA generativa, com ganhos de eficiência de 11,4%. Ferramentas de IA ajudam em atendimento ao cliente, análise de risco e detecção de fraudes.
Os investimentos em IA, analytics e nuvem devem crescer 61% e 59%, respectivamente. Essa combinação potencializa resultados. A nuvem suporta a carga computacional da IA, permitindo personalização e automação de processos.
Pix e Open Finance: como se adaptar à interoperabilidade
Pix e Open Finance exigem sistemas robustos para pagamentos instantâneos e compartilhamento de dados. Investimentos em Pix devem crescer 48% e no Open Finance, 65%, em 2025.
O Pix exige processamento 24/7 com alta capacidade para picos de transações. Já o Open Finance depende de APIs seguras para trocar informações com consentimento do cliente, demandando investimentos em proteção de dados e conformidade.
Modernização de sistemas antigos: como superar barreiras
Sistemas legados, muitas vezes obsoletos, limitam a inovação em bancos tradicionais. Essas estruturas são difíceis de manter e integrar com novas tecnologias. A melhor solução é uma migração gradual, usando APIs como ponte entre o antigo e o novo, sem interrupções.
Fintechs e bancos nativos digitais têm vantagem ao construir sistemas modernos desde o início, evitando os custos de modernização de tecnologias ultrapassadas.
Capacitação e governança: como preparar equipes para o futuro
Ter equipes qualificadas e uma boa governança tecnológica é essencial. Investir em treinamento e gestão estratégica impulsiona inovação.
A falta de profissionais em áreas como IA e cibersegurança é um obstáculo. Bancos precisam investir em formação contínua e parcerias educacionais. Além disso, frameworks de governança ajudam a alinhar tecnologia e objetivos de negócio em um setor regulado.
Práticas recomendadas para uma infraestrutura de TI eficiente
Construir uma infraestrutura sólida para bancos digitais exige seguir diretrizes que garantam segurança e escalabilidade. Veja algumas práticas eficazes para aplicar.
Priorize a nuvem: como garantir agilidade
Adotar a nuvem como base traz flexibilidade para crescer. Ambientes híbridos oferecem escalabilidade segura. Escolha provedores com certificações e conformidade local.
Tecnologias como containerização e automação agilizam a criação de ambientes. Monitoramento proativo identifica problemas antes que afetem os serviços, mantendo a operação estável.
Segurança proativa: como proteger dados
Uma estratégia de segurança deve antecipar riscos. Políticas claras de governança de dados definem como lidar com informações sensíveis. Arquiteturas de confiança zero verificam cada acesso, enquanto criptografia protege dados em todas as etapas.
Auditorias frequentes e simulações de ataques identificam vulnerabilidades, ajudando a fortalecer defesas.
Estratégia de APIs: como facilitar parcerias
Colocar APIs no centro do sistema ajuda na integração com parceiros. Interfaces bem documentadas e seguras agilizam conexões, permitindo inovação rápida. Gateways centralizados monitoram uso e garantem proteção consistente.
Preparação para Pix e Open Finance: como cumprir exigências
Participar de Pix e Open Finance exige sistemas confiáveis. O Pix precisa de alta disponibilidade para transações constantes. Já o Open Finance requer APIs seguras e gestão de consentimentos para compartilhar dados, seguindo normas do Banco Central.
Saiba como a Celcoin ajuda a implementar infraestrutura para Pix e Open Finance.
Erros comuns na infraestrutura de TI e como evitá-los
Planejar uma infraestrutura de TI para bancos digitais tem desafios. Evitar armadilhas comuns é fundamental para segurança e eficiência.
Desconsiderar normas regulatórias: riscos e soluções
Ignorar a complexidade regulatória pode levar a multas e perda de licenças. Conformidade com o Banco Central e a LGPD deve estar no núcleo do sistema, com automação de relatórios e apoio de especialistas legais.
Manter sistemas ultrapassados: impacto na operação
Sistemas legados limitam crescimento e segurança. Modelos antigos aumentam o risco de obsolescência. Uma migração gradual, com APIs conectando velho e novo, minimiza interrupções.
Subestimar a necessidade de escala: efeitos no desempenho
Crescimento rápido pode sobrecarregar sistemas mal planejados. Arquiteturas em nuvem com escalabilidade automática e testes regulares de capacidade ajudam a suportar picos sem perda de qualidade.
Falhas de segurança: como evitar brechas
Problemas de segurança ameaçam a operação. Controles de acesso rigorosos, criptografia robusta e monitoramento constante evitam vazamentos e ataques, protegendo dados e reputação.
Contas-bolsão: por que evitar essa prática
Usar contas-bolsão, misturando fundos de clientes, é ilegal e arriscado. O Banco Central proíbe isso para proteger patrimônios. Contas individuais, suportadas por sistemas modernos, garantem conformidade e transparência.
Evite erros na sua infraestrutura com a orientação da Celcoin.
Celcoin: infraestrutura completa para bancos digitais
A Celcoin oferece soluções de TI e conformidade para empresas de todos os tamanhos no setor financeiro. Com tecnologia própria e licenças regulatórias, facilita a entrada e o crescimento no mercado.
Banking as a Service (BaaS): como operar sem licença própria
O BaaS da Celcoin fornece infraestrutura regulatória e tecnológica para empresas não reguladas. Fintechs, varejistas e ERPs podem lançar contas digitais, Pix e cartões, enquanto a Celcoin cuida de compliance e relatórios.
Conexões com SPB e RSFN garantem operações dentro das normas. APIs permitem customizações rápidas, com escalabilidade para crescer sem mudar de plataforma.
Core Banking: como instituições reguladas ganham eficiência
Para quem tem licença própria, o Core Banking da Celcoin oferece controle total. Inclui automação de relatórios, gestão de contas e ferramentas de tesouraria, atendendo a normas do Banco Central e da Receita Federal.
Clientes como Neon e BTG Pactual processam bilhões em transações mensais na plataforma, comprovando sua confiabilidade.
Funcionalidades da Celcoin: o que você pode oferecer
A plataforma cobre todas as necessidades bancárias, com contas digitais, Pix, pagamentos de contas e cartões personalizados. Soluções como DDA e Open Finance agregam valor, permitindo serviços sob medida.
Vantagens técnicas: por que escolher a Celcoin
Baseada em nuvem e APIs, a infraestrutura da Celcoin assegura escalabilidade e segurança. Automação ajusta recursos conforme a demanda, enquanto ferramentas antifraude e suporte técnico reduzem riscos.
Eleve sua operação com a infraestrutura da Celcoin.
Perguntas frequentes sobre infraestrutura de TI bancária
Qual a diferença entre BaaS e Core Banking na infraestrutura?
O BaaS permite que empresas usem licenças da Celcoin para operar serviços financeiros, com a conformidade gerenciada por ela. Já o Core Banking é para quem tem licença própria, oferecendo controle total com a mesma tecnologia avançada.
Como a Celcoin assegura conformidade regulatória?
A Celcoin integra controles ao sistema, automatizando relatórios e mantendo conexão com SPB e RSFN. Equipes monitoram mudanças nas normas, garantindo que clientes estejam sempre alinhados às exigências.
Posso migrar minha infraestrutura atual para a Celcoin?
Sim, a migração é possível com suporte especializado. Processos simples levam uma semana, enquanto projetos complexos podem durar até três meses, sempre minimizando interrupções.
Quais os benefícios operacionais da Celcoin?
Automação reduz trabalho manual em relatórios. Custos caem ao centralizar serviços na plataforma. APIs aceleram lançamentos de produtos, e conformidade integrada evita atrasos regulatórios.
Conclusão: infraestrutura de TI como chave para o sucesso
A infraestrutura de TI define a capacidade de bancos digitais inovarem e crescerem. Com investimentos projetados em R$ 47,8 bilhões para 2025, a tecnologia é o motor do setor financeiro no Brasil. Esse valor reflete a prioridade do tema.
A Celcoin se destaca como parceira ideal, com uma plataforma completa que atende desde startups até grandes instituições. Clientes como Neon e PagSeguro comprovam sua capacidade de lidar com altos volumes.
Tecnologias como IA, nuvem e Pix abrem novas possibilidades. Escolher uma infraestrutura que as integre é uma decisão estratégica para competir no mercado atual.

