Experiência em fintechs: guia prático para bancos digitais

Parceiro tecnológico para banco digital: guia para 2026

Última atualização: 19 de fevereiro de 2026

Principais lições deste artigo

  1. Regulamentações de 2026, como a Resolução 494/2025, passam a exigir autorização prévia para fintechs e custodiantes, o que aumenta a necessidade de parceiros tecnológicos com compliance integrado.
  2. Escolher parceiros com experiência comprovada em fintechs como Neon e PagSeguro garante soluções full-stack de BaaS e Core Banking, com possibilidade de migração sem rebuild.
  3. Priorizar critérios como APIs modulares, suporte ao desenvolvedor e escala acima de R$ 30 bilhões mensais acelera lançamentos e aumenta a estabilidade.
  4. A Celcoin atua como líder nesse mercado, com 6 mil clientes, processamento de R$ 30 bilhões por mês e suporte à jornada completa de fintechs e bancos digitais.
  5. Para acelerar um banco digital com infraestrutura comprovada e compliance automático, acesse a Celcoin agora.

6 critérios para escolher o parceiro tecnológico ideal

Escolher o parceiro tecnológico certo exige clareza sobre o modelo de negócio e o nível de maturidade da operação financeira. Fintechs operam com estruturas mais leves e digitais, enquanto bancos tradicionais mantêm sistemas legados e processos mais rígidos. Bancos digitais combinam a agilidade das fintechs com a robustez regulatória exigida para operações completas.

1. Ter experiência comprovada em fintechs: o parceiro precisa apresentar casos de sucesso com fintechs reconhecidas como Neon, PagSeguro ou BTG Pactual. Essa experiência demonstra capacidade de atender desde startups até instituições consolidadas.

2. Oferecer solução full-stack (BaaS + Core Banking): a oferta conjunta de Banking as a Service para empresas não reguladas e de Core Banking para instituições licenciadas permite migração sem rebuild da infraestrutura.

3. Contar com compliance 2026 integrado: a solução deve garantir conformidade automática com RSFN, SPB, Open Finance e novas regras como contas individualizadas e SLC, eliminando riscos de uso de “contas-bolsão”.

4. Disponibilizar APIs modulares e escaláveis: uma arquitetura baseada em microsserviços facilita integrações rápidas e customizações, mantendo a estabilidade do sistema.

5. Oferecer suporte ao desenvolvedor: documentação completa, SDKs, sandboxes e suporte técnico especializado reduzem ciclos de integração e custos de engenharia.

6. Comprovar escala operacional: um volume transacional relevante, idealmente acima de R$ 30 bilhões mensais, mostra capacidade de suportar crescimento acelerado sem instabilidade.

O melhor parceiros tecnológicos com experiência em fintechs para lançar banco digital em 2026

Celcoin: soluções full-stack para o mercado brasileiro

A empresa oferece BaaS para negócios não regulados e O Banking da Celcoin para instituições licenciadas. O ecossistema processa mais de R$ 30 bilhões por mês e atende 6 mil clientes ativos, com casos como Neon, Zé Pagou, Cumbuca, Jota, Magie, PagSeguro, BTG Pactual e Banco Pan.

A solução inclui contas digitais, Pix, cartões pré e pós-pagos, Open Finance e compliance automático com todas as exigências do Banco Central. O principal diferencial está na migração sem rebuild, permitindo que empresas iniciem usando as licenças da Celcoin e depois migrem para licenças próprias mantendo a mesma infraestrutura tecnológica.

Funcionalidade da Celcoin

Benefício para sua empresa

APIs modulares

Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento.

Experiência e suporte ao desenvolvedor

Documentação, SDKs e sandboxes reduzem ciclos de integração e custos de engenharia.

Capacidade de lançamento rápido

Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, melhoram o tempo para geração de receita e aumentam a competitividade.

Distribuição white-label e embutida (embedded)

Suporte a produtos financeiros com marca própria fortalece o relacionamento com o cliente final.

Escalabilidade com confiabilidade

Uma solução com alta disponibilidade e escalável na nuvem mantém serviços estáveis mesmo com altos volumes, protegendo a receita.

Cobertura de diversas possibilidades de pagamentos, incluindo crédito

A oferta de pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização.

Acesso a dados e personalização

Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com melhora de conversão e retenção.

Compliance e conformidade como princípio

KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e aceleram ciclos de vendas.

Prevenção de fraude e controles de risco

Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória.

Força do ecossistema de parceiros da Celcoin

Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado.

Passos para implementar uma solução de banking com um parceiro tecnológico

1. Fazer avaliação de necessidades: defina se a empresa precisa de BaaS, sem licença própria, ou de Core Banking, com licença IP ou IF. Liste os produtos necessários e o volume projetado de transações.

2. Conduzir due diligence regulatória: verifique se o parceiro possui licenças adequadas, compliance com BaaS legitimado pelo Banco Central e governança robusta.

3. Executar prova de conceito (PoC): teste APIs em sandbox, avalie documentação, suporte técnico e tempo de resposta para integrações críticas como Pix e Open Finance.

4. Negociar condições comerciais: priorize modelos de pricing baseados em transações em vez de setup fees altos, para manter custos alinhados ao crescimento.

5. Planejar implementação e go-live: estruture uma migração gradual quando necessário, com testes de carga, homologação regulatória e treinamento das equipes antes do lançamento.

Conheça essa solução completa para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs e acelere o lançamento com infraestrutura que já processa mais de R$ 30 bilhões por mês.

Desafios e oportunidades em 2026

Fintechs que lançam bancos digitais no Brasil passam a cumprir obrigações de compliance equivalentes às de bancos tradicionais, incluindo relatórios e-Financeira para a Receita Federal e controles internos mais rigorosos.

O processo exige navegação por regulamentações fragmentadas e categorias específicas de licenciamento do BCB, o que torna a jornada complexa, demorada e custosa.

Ao mesmo tempo, transações em tempo real já escalam para bilhões mensais e representam mais de um quarto dos pagamentos de varejo até o final de 2025. O mercado cria oportunidades relevantes para empresas que escolhem o parceiro tecnológico adequado.

A seleção de provedores com experiência comprovada em fintechs, capacidade full-stack e compliance integrado permite navegar pelas exigências regulatórias de 2026 com mais agilidade e segurança. Conheça a solução completa da Celcoin para fintechs, bancos digitais, gestoras de fundos, varejistas e ERPs e posicione sua empresa para capturar o crescimento do mercado brasileiro de banking digital.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre BaaS e Core Banking para lançar um banco digital?

BaaS, Banking as a Service, permite que empresas sem licença própria ofereçam serviços financeiros usando a licença de terceiros, o que é adequado para fintechs em estágio inicial. Core Banking é uma infraestrutura mais robusta para empresas que já possuem ou planejam obter licenças próprias, como Instituição de Pagamento.

A Celcoin oferece as duas modalidades, o que permite começar com BaaS e migrar para o Banking da Celcoin conforme o crescimento, mantendo a mesma base tecnológica.

Quanto tempo leva para lançar um banco digital com um parceiro tecnológico?

O prazo depende da complexidade da solução e do nível de preparação da empresa. Com parceiros experientes como a Celcoin, implementações simples podem ocorrer em poucas semanas. Migrações mais complexas costumam levar de 1 a 3 meses. Os principais fatores são a necessidade de licenças regulatórias, o portfólio de produtos desejado, as integrações existentes e a disponibilidade da equipe técnica.

Quais são as principais obrigações regulatórias para bancos digitais em 2026?

As principais obrigações incluem autorização prévia do Banco Central conforme a Resolução 494/2025, envio de relatórios regulatórios como DIMP, CCS e CADOCs, conformidade com Open Finance, implementação de contas individualizadas, integração com o Sistema de Liquidação de Credenciadoras quando aplicável e cumprimento de normas de KYC, AML e LGPD. Parceiros como a Celcoin automatizam grande parte desses processos e reduzem o risco de não conformidade.

É possível migrar de outro fornecedor para uma solução mais robusta?

A migração entre fornecedores é viável e comum no mercado. A Celcoin conta com equipe especializada em migrações e oferece suporte técnico completo para a transição. O processo inclui mapeamento da infraestrutura atual, planejamento de migração gradual, testes de homologação e suporte durante o go-live. Muitos clientes conseguem migrar mantendo as operações ativas e com impacto mínimo para os usuários finais.

Qual é o modelo de pricing mais vantajoso para fintechs em crescimento?

Modelos baseados em transações tendem a ser mais vantajosos do que cobranças altas de setup, pois alinham custos ao crescimento da empresa. A Celcoin adota essa abordagem e prioriza remuneração por volume transacional em vez de barreiras de entrada elevadas. Esse modelo permite que startups iniciem com investimento menor e paguem de forma proporcional ao sucesso do negócio, alinhando interesses entre fintech e fornecedor tecnológico.