Última atualização: 19 de fevereiro de 2026
Principais lições deste artigo
- Garantir estabilidade em um banco digital exige quatro pilares claros: ter infraestrutura em nuvem escalável com microsserviços, manter conectividade redundante, adotar segurança Zero Trust e cumprir todas as normas regulatórias.
- Seguir regulamentações como as Resoluções BCB 518 a 521 e integrar diretamente com SPB, RSFN, Pix e Open Finance evita fechamentos compulsórios e reduz risco de multas.
- Manter arquiteturas monolíticas legadas e operar sem redundância de conectividade cria vulnerabilidades críticas. Implementar segurança com IA antifraude, criptografia pós-quântica e monitoramento 24/7 é essencial para enfrentar o aumento de ciberataques no setor bancário brasileiro.
- O Banking da Celcoin oferece solução full stack com BaaS, Core Banking e APIs modulares para lançamento rápido e escalável; descubra como implementar agora.
Visão geral e conceitos-chave
Montar um banking digital estável exige arquitetura moderna com microsserviços, APIs modulares e computação em nuvem multi-região. Garantir baixa latência depende de redes 5G, fibra ótica e protocolos de redundância. Esses elementos sustentam o processamento de bilhões de transações em tempo real por mês, que já representam mais de um quarto dos pagamentos de varejo.
A arquitetura precisa suportar integração direta com SPB, RSFN, Pix e Open Finance, mantendo aderência às exigências do Banco Central.
Checklist essencial: o que é preciso para montar um banco digital
- Ter infraestrutura em nuvem híbrida com auto-scaling
- Usar APIs modulares compatíveis com ISO 20022
- Manter conectividade redundante com multi-homing
- Adotar segurança Zero Trust com IA antifraude
- Integrar SPB, RSFN, Pix e Open Finance
- Automatizar relatórios regulatórios
- Monitorar com práticas DevOps 24/7
Panorama da área ou setor
O banking digital brasileiro em 2026 combina pressão regulatória alta com volumes transacionais crescentes. A agenda regulatória avança com Pix 3.0 com funcionalidades offline, Open Finance Fase 4 e novas exigências para Instituições de Pagamento e Instituições Financeiras. O novo formato do Relatório GRSAC entrará em vigor em janeiro de 2027, elevando o padrão de gestão de riscos e continuidade de negócios.
Os incidentes de 2025 expuseram fragilidades relevantes. Ataques exploraram vulnerabilidades em provedores de conectividade terceirizados, resultando no desvio de US$ 130,8 milhões. O Banco Central reagiu com tetos temporários de R$ 15.000 para Pix e TED via PSTI e com aumento do capital mínimo para R$ 15 milhões, tratando conectividade como infraestrutura crítica.
A principal tendência é migrar de arquiteturas monolíticas legadas para núcleos composable, com novas implementações bancárias em formato modular. Essa abordagem usa camadas de orquestração agnósticas para garantir resiliência e adaptação rápida a mudanças regulatórias.
Melhores práticas e abordagens
Infraestrutura para banco digital
Arquiteturas com soberania por design orientam decisões de nuvem no setor BFSI em 2026, com implantações regionais, padrões modulares e governança federada em múltiplas nuvens. A infraestrutura precisa incluir pipelines de dados em tempo real, arquiteturas de streaming e modelos orientados a domínio para analytics instantâneo.
Checklist de infraestrutura
- Usar nuvem híbrida em AWS, Azure ou GCP com regiões no Brasil
- Containerizar microsserviços com Kubernetes
- Configurar auto-scaling baseado em demanda transacional
- Implementar backup e disaster recovery multi-região
- Adotar monitoramento APM com alertas inteligentes
Conectividade para banco digital
Construir conectividade resiliente exige redundância em várias camadas. O Pix utiliza o padrão ISO 20022 para acelerar lançamentos e garantir interoperabilidade, com ciclos de liquidação rápidos e integração segura entre instituições.
Uma arquitetura de conectividade robusta inclui multi-homing com provedores distintos, uso de CDN para distribuição de conteúdo e conectividade 5G de baixa latência para processar Pix em tempo real. Empresas como CloudWalk usam redes blockchain para processamento instantâneo com taxas reduzidas, mostrando caminhos alternativos para manter estabilidade.
Segurança para banco digital estável
O setor bancário digital brasileiro enfrenta ameaças avançadas de fraude, phishing e ataques de tomada de conta em 2026. Esse cenário exige adoção de frameworks Zero Trust com autenticação multifator, monitoramento baseado em IA e controles de acesso granulares.
Cerca de 75% dos bancos relatam aumento de ciberataques e ampliam investimentos em defesas em camadas e recuperação rápida. A estratégia de segurança precisa incluir criptografia pós-quântica para mitigar riscos de ameaças quânticas.
Regulamentações no Brasil
Cumprir a regulação brasileira exige integrar SPB, RSFN, Pix e Open Finance e automatizar relatórios como CCS, COSIF e e-Financeira. A Instrução Normativa BCB nº 701 determina certificação independente via APS-Siscom para comprovar conformidade, incluindo verificação de segregação de fundos e de controles operacionais.
Checklist regulatório pronto para operar
- Ter licença de IP ou IF ativa no Unicad
- Manter integração direta com SPB e RSFN
- Automatizar relatórios CCS e COSIF
- Implementar controles aderentes à LGPD
- Realizar auditoria independente anual
- Manter plano de continuidade de negócios atualizado
|
Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
|
APIs modulares |
Integrações mais rápidas, com redução de custos e prazos de desenvolvimento. |
|
Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que encurtam ciclos de integração e reduzem custos de engenharia. |
|
Capacidade de lançamento rápido |
Módulos pré-construídos e entrega via SaaS aceleram lançamentos, encurtando o tempo até a geração de receita. |
|
Distribuição white-label e embutida |
Suporte a produtos financeiros com marca própria em diferentes jornadas do cliente. |
|
Escalabilidade com confiabilidade |
Solução com alta disponibilidade e escalável em nuvem mantém serviços ativos mesmo em picos de volume, protegendo receita. |
|
Cobertura ampla de pagamentos, incluindo crédito |
Oferecer pagamentos e emissão de crédito aumenta conversão, ARPU e fidelização. |
|
Acesso a dados e personalização |
Dados e análises via Open Finance permitem ofertas personalizadas, com impacto direto em conversão e retenção. |
|
Compliance e conformidade como princípio |
KYC, AML e relatórios integrados reduzem risco regulatório e encurtam ciclos de vendas. |
|
Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento baseado em IA e autenticação robusta reduzem estornos, perdas e exposição regulatória. |
|
Força do ecossistema de parceiros da Celcoin |
Parcerias e integrações com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura, recursos e velocidade de entrada no mercado. |
Erros comuns a evitar
Comprometer a estabilidade de um banco digital costuma começar pela operação com contas irregulares, que são classificadas como irregulares pela Resolução BCB 518 e levam a fechamento compulsório. A ausência de redundância em conectividade cria pontos únicos de falha, como ficou evidente nos incidentes de 2025.
Lista de erros críticos
- Depender de múltiplos fornecedores sem integração entre eles
- Subestimar a complexidade técnica e regulatória do Open Finance
- Manter arquiteturas legadas monolíticas sem plano de modernização
- Negligenciar testes de estresse em picos transacionais
- Tratar segurança como camada adicional, e não como parte nativa da arquitetura
Os impactos desses erros incluem multas regulatórias, perda de clientes durante períodos de indisponibilidade e maior exposição a fraudes. Instituições que não se adaptarem às novas exigências podem enfrentar suspensão de operações e perda de licenças.
Apresentação da solução
O Banking da Celcoin oferece solução full stack que cobre desde BaaS para empresas não reguladas até Core Banking para Instituições de Pagamento e Instituições Financeiras. A infraestrutura processa mais de R$ 30 bilhões em transações por mês e atende mais de 6 mil clientes, incluindo fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas.
O BaaS permite operar com a licença da Celcoin, com oferta de contas digitais, Pix, cartões e Open Finance. O Core Banking conecta licenças próprias à tecnologia da Celcoin, com gestão de ledger, tesouraria e relatórios regulatórios automatizados. O Banco Liquidante integra subcredenciadoras ao SLC da Nuclea com baixa complexidade técnica.
O processo de migração leva de uma semana a três meses, conforme a complexidade da operação atual. A Celcoin disponibiliza SDKs, sandboxes e documentação completa e usa APIs modulares para evitar vendor lock-in. A jornada acompanha desde o lançamento inicial até a escala com licenças próprias, mantendo a mesma base tecnológica.
Descubra essa solução completa para fintechs, bancos digitais, varejistas e ERPs.
Perguntas frequentes
O que é preciso para montar um banco digital?
Montar um banco digital estável exige quatro pilares principais. É preciso ter infraestrutura em nuvem escalável com microsserviços, garantir conectividade redundante de baixa latência, adotar segurança Zero Trust com IA antifraude e manter conformidade regulatória com SPB, RSFN, Pix e Open Finance. O Banking da Celcoin oferece essa base completa e permite lançar operações com rapidez.
Quais tecnologias os bancos usam para estabilidade?
Bancos digitais estáveis usam arquiteturas composable com núcleos modulares, computação em múltiplas nuvens, APIs compatíveis com ISO 20022, monitoramento DevOps 24/7 e criptografia pós-quântica. O Banking da Celcoin aplica essas tecnologias com APIs modulares, escalabilidade em nuvem e monitoramento baseado em IA, mediando mais de R$ 30 bilhões por mês com alta disponibilidade.
Por que evitar contas irregulares?
Contas irregulares são classificadas como irregulares pela Resolução BCB 518, o que gera risco de fechamento compulsório e multas. Esse tipo de conta mistura patrimônio do cliente com o da instituição e fere a exigência de segregação de recursos. O Banking da Celcoin oferece contas individualizadas regulares, com conformidade integral e proteção patrimonial.
Quanto tempo leva para migrar para o Core Banking da Celcoin?
O prazo de migração varia de uma semana a três meses, de acordo com a complexidade da estrutura existente. A Celcoin conta com equipe dedicada, suporte técnico especializado, SDKs e documentação completa para acelerar o processo.
O Banking da Celcoin cumpre quais regulamentações do Banco Central?
O Banking da Celcoin atende às principais exigências do Banco Central. A solução opera com licenças de IP ativas, integra SPB e RSFN, automatiza relatórios CCS, COSIF, DIMP e CADOCs, segue a LGPD e participa diretamente do Pix e do Open Finance como Iniciadora de Pagamentos.
Operar um banco digital estável no Brasil exige domínio dos quatro pilares fundamentais: infraestrutura escalável, conectividade resiliente, segurança Zero Trust e conformidade regulatória. Descubra essa solução completa para fintechs, bancos digitais, varejistas e ERPs.
