Principais lições deste artigo
- Conformidade regulatória: tratar PLD, LGPD, relatórios ao Banco Central e segurança cibernética como base da operação, não como etapa posterior.
- Arquitetura tecnológica: adotar APIs modulares, microsserviços e nuvem para ganhar escalabilidade, segurança e velocidade de lançamento.
- Evolução regulatória: planejar o crescimento já considerando a migração de BaaS para estruturas de core banking com licença própria.
- Gestão de risco: evitar práticas irregulares como contas não individualizadas, fortalecer a prevenção a fraudes e escolher parceiros que acompanhem o crescimento.
- Parceria estratégica: utilizar o banking da Celcoin como infraestrutura full stack para acelerar lançamentos com segurança e conformidade. Conheça o banking da Celcoin.
Compreendendo as alternativas financeiras seguras para fintechs
O que são alternativas financeiras seguras?
Alternativas financeiras seguras são estruturas tecnológicas e regulatórias que permitem ofertar serviços financeiros em conformidade com o Banco Central, com foco em escalabilidade e estabilidade. Elas se apoiam em quatro pilares: segurança de dados, segurança regulatória, segurança tecnológica e segurança operacional, garantindo continuidade do negócio mesmo em cenários de alta complexidade.
A importância inegociável da conformidade regulatória
Conformidade regulatória é hoje um requisito central para fintechs, bancos digitais, varejistas e ERPs. PLD, segurança cibernética, LGPD, KYC e reportes ao Banco Central precisam estar integrados aos processos e à tecnologia. Esse alinhamento reduz o risco de sanções, fortalece a confiança do mercado e cria base sólida para crescimento sustentável.
Inovação tecnológica como pilar da segurança e escalabilidade
Arquiteturas em nuvem, APIs modulares e microsserviços aumentam a capacidade de resposta a mudanças regulatórias e de mercado. Essa combinação facilita integrações, acelera lançamentos e suporta alto volume transacional com estabilidade, desde que acompanhada por monitoramento, observabilidade e governança adequados.
Veja como estruturar sua operação financeira com o banking da Celcoin.
Panorama do mercado financeiro brasileiro para fintechs: desafios e tendências de 2026
Os principais desafios do ambiente regulatório em 2026
O ambiente de 2026 é marcado por supervisão intensiva e menor tolerância a brechas regulatórias. Banco Central e CVM ampliaram exigências de governança, PLD e segurança cibernética, eliminando zonas cinzentas que antes eram usadas para testar modelos sem estrutura completa.
O risco cibernético se tornou tema sistêmico. A combinação de Open Finance, Pix e Drex exige planos de resposta a incidentes, políticas claras de segurança e times preparados. Paralelamente, custos de conformidade e CAC cresceram, pressionando especialmente fintechs em estágio de escala.
Tendências emergentes que moldarão o futuro das fintechs
Open Finance e Open Insurance consolidaram o acesso a dados via APIs padronizadas. O uso desses dados permite serviços hiperpersonalizados e, combinado a jornadas simples, aumenta a conversão de produtos financeiros. Novos casos de uso surgem a partir dessa base, como ofertas em tempo real com base no comportamento financeiro do cliente.
A modernização de sistemas legados é outra frente decisiva. Núcleos bancários modulares e nativos em nuvem, com arquitetura API-first, oferecem escalabilidade superior a plataformas monolíticas e reduzem custo de manutenção no longo prazo.
Pagamentos instantâneos seguem como motor de inovação. Pix e Pix Automático viabilizam produtos como empréstimos just-in-time, além de experiências de cobrança recorrente mais eficientes. Ao mesmo tempo, RegTech baseada em inteligência artificial se tornou elemento crítico para automatizar compliance e reduzir custos operacionais.
Melhores práticas para garantir segurança e inovação em fintechs
Adoção de infraestruturas full stack
Infraestruturas full stack concentram tecnologia, compliance e operações em um único parceiro, reduzindo fricção de integrações múltiplas. Essa abordagem simplifica a gestão regulatória e libera a equipe para focar em produto, UX e relacionamento com clientes.
Flexibilidade regulatória: BaaS e core banking
Um caminho eficiente é iniciar com Banking as a Service, usando licença de terceiro, e evoluir depois para licença própria sobre um core banking moderno. Manter a mesma base tecnológica nessa transição reduz riscos de migração, evita retrabalho e preserva a experiência do usuário final.
Abertura e interoperabilidade: alavancando open finance e open insurance
Explorar ecossistemas abertos permite enriquecer análises de risco, personalizar ofertas e combinar produtos de diferentes instituições em uma única jornada. Para isso, é essencial contar com conectores estáveis, gestão de consentimento clara e governança de dados alinhada à LGPD.
Tecnologia API-first e modularidade
Uma estratégia API-first, com módulos bem delimitados, facilita integrações, reduz custo de desenvolvimento e acelera o time to market. Essa modularidade também favorece testes A/B, evolução incremental de funcionalidades e rápida adequação a novas regulações.
Priorização do compliance no design
Incorporar requisitos de PLD, KYC, relatórios regulatórios e privacidade no desenho de produtos evita retrabalho e reduz risco de falhas em auditorias. Essa visão torna o lançamento de novos serviços mais rápido e previsível.
Conheça como o banking da Celcoin integra tecnologia e compliance em uma única infraestrutura.
Erros comuns a evitar ao buscar alternativas financeiras para fintechs
Ignorar a complexidade e a evolução regulatória
Subestimar exigências do Banco Central e da SUSEP é um dos principais fatores de interrupção de operações. As regras ficaram mais detalhadas e com maior capacidade de fiscalização, o que exige monitoramento contínuo e processos bem documentados.
Operar com “contas-bolsão”: os riscos evidentes
Gerir recursos de terceiros em contas não individualizadas fere boas práticas de governança e tende a sofrer repressão crescente do regulador. Essa estrutura enfraquece a segregação patrimonial, aumenta o risco jurídico e compromete a proteção dos clientes.
Depender de soluções legadas e monolíticas
Arquiteturas legadas dificultam integrações, encarecem mudanças e podem conter vulnerabilidades não corrigidas. Em um ambiente de alta exigência regulatória, essa combinação aumenta o risco operacional e limita a evolução do portfólio.
Focar apenas na inovação, negligenciando a segurança
Lançar funcionalidades sem controles de risco, prevenção a fraudes e segurança cibernética estruturada gera exposição desnecessária. O equilíbrio entre velocidade de inovação e robustez de controles é o que sustenta o crescimento no longo prazo.
Escolher parceiros que não acompanham a jornada de crescimento
Provedores que atendem apenas o estágio inicial podem se tornar gargalo ao escalar. Avaliar desde o início a capacidade de suportar BaaS, migração para core banking, novos meios de pagamento e incremento regulatório reduz custos de troca no futuro.
Veja como reduzir riscos estruturais escolhendo uma infraestrutura financeira segura.
A Celcoin como o parceiro ideal para alternativas financeiras seguras para sua fintech
A Celcoin oferece uma infraestrutura full stack que combina tecnologia, licenças e compliance para fintechs, bancos digitais, ERPs e varejistas. Com mais de R$ 30 bilhões em transações mensais e mais de 6 mil clientes, atua em diferentes estágios de maturidade, do lançamento ao scale-up.
BaaS (Banking as a Service): a solução para quem não tem licença própria
O BaaS da Celcoin permite operar contas digitais, cartões, Pix, boletos e TED, usando a licença da Celcoin e mantendo conformidade regulatória centralizada. Isso reduz o tempo de entrada no mercado e simplifica a gestão de riscos e relatórios.
Core banking: a infraestrutura robusta para empresas com licença própria
Para empresas com licença ou em processo de obtenção, a Celcoin oferece core banking moderno e escalável com gestão de compliance e reportes ao Banco Central. Essa estrutura permite operar com maior autonomia, mantendo processos regulatórios automatizados.
Nossas capacidades que garantem sua segurança e crescimento
|
Funcionalidade da Celcoin |
Benefício para sua empresa |
|
APIs Modulares |
Integrações mais rápidas, com menor custo e menor tempo de desenvolvimento. |
|
Experiência e suporte ao desenvolvedor |
Documentação, SDKs e sandboxes que encurtam ciclos de integração. |
|
Capacidade de lançamento rápido |
Módulos prontos em modelo SaaS reduzem o tempo para gerar receita. |
|
Distribuição white-label e embedded |
Suporte a produtos financeiros com sua marca, integrados às suas jornadas. |
|
Escalabilidade com confiabilidade |
Alta disponibilidade em nuvem para suportar picos de volume sem interrupção. |
|
Diversos meios de pagamento e crédito |
Pagamentos e crédito integrados aumentam conversão e fidelização. |
|
Acesso a dados e personalização |
Dados via Open Finance permitem ofertas alinhadas ao perfil do cliente. |
|
Compliance integrado |
KYC, AML e relatórios já embutidos reduzem risco regulatório. |
|
Prevenção de fraude e controles de risco |
Monitoramento com IA e autenticação forte reduzem perdas. |
|
Ecossistema de parceiros |
Parcerias com bancos, redes e fintechs ampliam cobertura e velocidade de entrada. |
Converse com a Celcoin e estruture seu portfólio de serviços financeiros com o cel_banking.
Perguntas frequentes sobre alternativas financeiras seguras para fintechs
O que é core banking e como se diferencia do BaaS em segurança e conformidade?
Core banking é a infraestrutura central que registra contas, saldos e transações, permitindo que instituições operem com licença própria ou de terceiros. Enquanto o BaaS foca em oferta rápida de serviços usando a licença do provedor, o core banking amplia o controle sobre regras de negócio, integrações diretas com o Banco Central e automação de relatórios regulatórios. Em termos de segurança, isso traz maior granularidade de controle, trilhas de auditoria mais completas e aderência fina às normas.
Quais são as principais obrigações regulatórias para uma fintech operar com segurança no Brasil?
Entre as obrigações estão: políticas e sistemas de PLD e combate ao financiamento do terrorismo, segurança cibernética alinhada às normas do Banco Central, atendimento à LGPD, processos de KYC consistentes, envio de relatórios como DIMP, CCS e CADOCs, governança e controles internos, auditorias periódicas, prevenção a fraudes e cumprimento de obrigações fiscais. A complexidade desses pontos torna recomendável contar com parceiros que já tenham esses requisitos incorporados na infraestrutura.
É possível migrar a operação financeira para uma nova infraestrutura sem grandes interrupções?
A migração é viável com planejamento, mapeamento de escopo e testes estruturados. A Celcoin dispõe de equipes especializadas que conduzem projetos de migração com ambiente paralelo, validação de dados, testes de carga e comunicação clara de janelas de corte. O prazo varia conforme a complexidade da operação, mas o objetivo é manter continuidade para o usuário final.
Como a Celcoin ajuda a mitigar riscos cibernéticos e de fraude?
A Celcoin utiliza monitoramento em tempo real com modelos de IA, autenticação multifator, criptografia de dados em trânsito e em repouso, mecanismos antifraude integrados, análise comportamental, atualizações constantes de segurança e equipe dedicada à cibersegurança. Essas camadas, combinadas a processos de resposta a incidentes e relatórios periódicos, reduzem a exposição a ataques e fraudes.
Conclusão: segurança e escala com o banking da Celcoin
Definir a infraestrutura financeira é uma decisão central para qualquer fintech no Brasil em 2026. O ambiente de supervisão intensa e inovação constante exige equilíbrio entre velocidade, segurança, compliance e eficiência operacional.
A Celcoin oferece esse equilíbrio ao combinar BaaS e core banking em uma mesma base tecnológica, com infraestrutura full stack, automação regulatória e suporte especializado. Isso permite que sua empresa lance e escale produtos financeiros com mais previsibilidade e foco no cliente.


